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Santander Universidades: “Foi um ano de expansão e de inovação”

Em maio, numa iniciativa organizada pela Rede Universia, do Banco Santander, o Encontro de Reitores Universia 2018 reuniu em Salamanca mais de 800 responsáveis máximos de instituições do ensino superior.  De Portugal foram 40 reitores, com o apoio do programa Santander Universidades. Esta foi apenas uma das grandes iniciativas do ano. FOTO: DR / Santander Universidades
Em maio, numa iniciativa organizada pela Rede Universia, do Banco Santander, o Encontro de Reitores Universia 2018 reuniu em Salamanca mais de 800 responsáveis máximos de instituições do ensino superior. De Portugal foram 40 reitores, com o apoio do programa Santander Universidades. Esta foi apenas uma das grandes iniciativas do ano. FOTO: DR / Santander Universidades

Em 2018, houve mais de 1.100 bolsas de diversos tipos e iniciativas de apoio à investigação, ao voluntariado e ao empreendedorismo

Com ano de 2018 a acabar, chega também ao fim a 2ª edição da rubrica Campus Santander. Iniciativa nascida da parceria entre o programa Santander Universidades – do banco que, em Portugal, partilha aquele primeiro nome – e o semanário Dinheiro Vivo, este ano contou também com a divulgação feita na TSF. Ao longo de oito meses, foram emitidas e publicadas centenas de artigos, entrevistas e reportagens dando cobertura ao que de positivo se foi fazendo por este país universitário – entre prémios, bolsas, protocolos de cooperação e programas de mobilidade – com o apoio do Santander Universidades. Um ano profícuo que levou os responsáveis do programa a afirmar ter sido “um ano de expansão e de inovação”.

“O balanço foi muito positivo”, afirmou sem hesitações Marcos Soares Ribeiro, diretor-coordenador do Santander Universidades, referindo-se simultaneamente ao ano de 2018 e à rubrica Campus Santander. “Esta parceria é feita entre o Santander, o Dinheiro Vivo e a TSF, mas no fundo está voltada para que as universidades e politécnicos divulguem as suas atividades e projetos”, sublinhou. No fundo, o Campus Santander Universidades “foi um projeto que deu expressão a todas estas instituições”, rematou.

Para o responsável este objetivo de divulgação foi plenamente conseguido, quer pela relevância e abrangência dos conteúdos publicados, quer pela quantidade de instituições que puderam mostrar as suas atividades e o que de bom fazem no seu dia a dia.

Com efeito, ao longo de 2018 com o apoio do Santander Universidades houve prémios entregues a quem se saiu bem nos estudos – como os de Excelência atribuídos na Nova SBE ou na Academia da Força Aérea –, prémios para quem brilhou no campo da investigação – como os Científicos Quartin Graça ou os Prémios de Investigação Colaborativa, da Nova, que abrangem várias faculdades – e para os que altruisticamente dedicam grandes porções do seu tempo a ajudar os menos favorecidos, por entre exames e sessões de estudo, como os Prémios de Voluntariado Universitário. E isto é nomeando apenas alguns. Nem os jornalistas escaparam à ânsia de recompensar os bons desempenhos do Santander Universidades, com os Prémios de Jornalismo Económico a serem atribuídos este ano a profissionais das revistas Visão, Exame e do Jornal Económico.


“Queremos transformar-nos numa plataforma de apoio ao ensino superior e aos universitários.” Marcos Soares Ribeiro, diretor-coordenador do Santander Universidades.


 

Às muitas centenas de prémios, bolsas e menções honrosas de 2018, ainda se juntaram os variadíssimos programas de mobilidade – só o Programa de Bolsas Iberoamericanas oferece 230 –, as várias dezenas de protocolos de mecenato firmados com diversas universidades de todo o país e os milhares de cartões universitários inteligentes, desenvolvidos pelo núcleo tecnológico do Banco Santander e concebidos para facilitar a vida dos estudantes, ao agregarem uma vasta quantidade de funções utilizadas diariamente.

Pelo meio de todas estas iniciativas, ainda houve o apoio do Santander Universidades a programas de combate ao abandono escolar – como aquele, inédito e experimental, que está a ser desenvolvido na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro ou como as bolsas que financiam anos inteiros dos cursos a alunos mais carenciados – e o incentivo ao espírito empreendedor. Neste último campo, e sempre com o fito de vir a tornar o Santander Universidades “o maior ecossistema de empreendedorismo universitário do mundo”, este programa do banco apoiou grandes iniciativas. Foi o caso dos prémios Poliempreende, levados a cabo em parceria com os institutos politécnicos portugueses, e do Programa Explorer em desenvolvimento na Universidade de Coimbra, que leva os alunos com as melhores ideias de negócio a Silicon Valley.

Mas houve outras iniciativas que, em resumo, foram referidas pelo diretor-coordenador do Santander Universidades no elenco de destaques que fez do ano de 2108.

Marcos Soares Ribeiro, diretor-coordenador do Santander Universidades, fez um balanço muito positivo do ano de 2018 e da rubrica Campus Santander. Foto: Global Imagens

Marcos Soares Ribeiro, diretor-coordenador do Santander Universidades, fez um balanço muito positivo do ano de 2018 e da rubrica Campus Santander. Foto: Global Imagens

“Destaco, desde logo, a inauguração do novo campus da Nova SBE. Isto foi, de facto, um marco no ensino superior em Portugal e o banco foi um dos fundadores que esteve com este projeto logo desde a primeira hora”, disse Marcos Soares Ribeiro. Aquele que já foi considerado o campus universitário mais high tech do país, inclui uma Ala Santander, inteiramente dedicada ao estudo e à investigação, que ostenta o nome do seu financiador, e o Santander Money Club, um tipo de balcão diferente, que alia aos normais serviços bancários fornecidos à comunidade académica um local para o desenvolvimento e debate de ideias inovadoras.

“Depois, este foi um ano em que pudemos realizar um grande evento em que juntámos 800 reitores do mundo inteiro, em Salamanca, e o ensino superior português esteve representado com uma comitiva de 40 pessoas, 40 representantes de instituições portuguesas – universidades e politécnicos.” Marcos Soares Ribeiro referia-se, assim, ao Encontro de Reitores Universia 2018, que ditou as guias mestras dos próximos anos para as universidades se manterem na vanguarda do conhecimento e organizado pela rede Universia, do Banco Santander.

“Destacaria ainda mais dois eventos bastante importantes. Um num dos eixos principais da nossa atuação, que é o empreendedorismo: realizámos a 2ª edição, bastante maior, do European Innovation Academy, que permitiu que esta se afirmasse e consolidasse como grande o evento de aceleração de startups digitais, em Portugal, com uma vertente internacional fortíssima. E, por último, mais recentemente, também outro prémio que já é uma referência em Portugal, que é o Prémio de Voluntariado Universitário, em que o Santander distingue iniciativas de voluntariado e de ação social realizadas por estudantes universitários”, concluiu Marcos Soares Ribeiro.


“O Santander assume-se como o parceiro-chave dos estudantes, apoiando aqueles que precisam de alguma ajuda, por um lado, e abrindo os horizontes àqueles que querem aproveitar a internacionalização e conhecer melhor o mercado de trabalho, por outro.”


 

Por tudo isto, e porque, pelas contas deste responsável, foram atribuídas “mais de 1.100 bolsas a estudantes universitários, que envolveram bolsas de estágio, de mobilidade e também de apoio social”, para o Santander Universidades, este “foi um ano de expansão e de inovação”. “Isto quer dizer que o Santander se assume como o parceiro-chave dos estudantes, apoiando aqueles que precisam de alguma ajuda, por um lado, e abrindo os horizontes àqueles que querem aproveitar a internacionalização e conhecer melhor o mercado de trabalho, por outro”, afirmou.

À guisa de despedida do ano e da breve conversa com o Dinheiro Vivo, Marcos Soares Ribeiro levantou um pouco o véu quanto ao que se pode esperar. “Para 2019, o Santander Universidades quer continuar aquele que é o seu objetivo claro: queremos transformar-nos numa plataforma de apoio ao ensino superior e aos universitários. Portanto, vamos continuar na senda de um crescimento forte de atividades, voltados cada vez mais para as pessoas, para os universitários, e muito centrados nas utilizações de ferramentas digitais”.

Que novas iniciativas e atividades serão lançadas ou terão continuidade em 2019, Marcos Soares Ribeiro preferiu reservar o seu anúncio e divulgação para momento próprio. No entanto, acrescentou: “Mas posso avançar que seremos bastante ambiciosos e que traremos novidades interessantes ao mundo académico”.

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