Inovação

Impressões 3D para preservar património cultural desaparecido

Miguel Carvalho, ao centro, no momento em que via a sua ideia do HeriTECH 3D distinguida pela Academia de Inovação. FOTO: D.R.
Miguel Carvalho, ao centro, no momento em que via a sua ideia do HeriTECH 3D distinguida pela Academia de Inovação. FOTO: D.R.

O HeriTECH 3D permite recriar antiguidades impossíveis de apreciar hoje devido ao decurso do tempo. A ideia de Miguel Carvalho foi premiada na EIA

– Um aluno da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Nova de Lisboa está a desenvolver um projeto inovador que promete preservar e partilhar o património cultural com a ajuda de impressões 3D. Com o HeriTECH 3D, Miguel Carvalho propõe-se reconstruir ou recriar artefactos históricos a que é impossível aceder, devido a limitações geográficas e temporais.

O estudante português, que está a fazer um doutoramento em Ciências Musicais, segue assim na esteira de algumas – ainda poucas – iniciativas semelhantes que começam já a despontar lá por fora, como é o caso do projeto Lost Palmyra, que pretende usar as impressões 3D para “salvar” algumas das antiguidades destruídas nesta cidade histórica síria pelo ISIS.

O HeriTECH 3D, de Miguel Carvalho, ganhou uma patent scholarship pela Nixon Peabody LLP na European Innovation Academy (EIA), o maior programa de aceleração em inovação digital, que, com o apoio do Banco Santander Totta, decorreu este verão pela primeira vez em Portugal.

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