10 regras para empresários que querem investir no mercado chinês

China criou 13,12 milhões de empregos urbanos
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No âmbito da sua politica de internacionalização, a PLMJ Sociedade de Advogados RL, mantém há quatro anos uma equipa de advogados em Beijing e Macau, em parceria com um dos maiores escritórios na Republica Popular da China, a Dacheng Law Offices.

“Por se tratar de um
mercado muito particular e complexo algumas regras
elementares
devem ser consideradas pelos empresários portugueses visitam a
China, sem descurar de um estudo profundo de mercado na área de
negócio que pretendem explorar e de uma análise legal especifica
que se impõe sobre cada área de actividade e empresa”, aconselha

Rita Assis Ferreira, associada sénior de PLMJ, actualmente em Macau em representação de
PLMJ na DSL Advogados (rita.assisferreira@plmj.pt).

Entretanto 10 regras:

1. Conhecer o mercado
chines na área específica do negócio. Estudo e ponderação dos riscos e oportunidades do negócio.

2. A escolha do parceiro local deve ser
cuidadosa. Verifique o histórico do parceiro no mercado; visite
instalações e/ou fábricas; efectue a adequada due diligence
jurídica e financeira; fale com parceiros de negócios locais. Este
ponto será um dos mais importantes para o sucesso do seu negócio.

3. Nomear e
deslocalizar um representante/equipa da empresa portuguesa com o
perfil adequado e as qualidades técnicas necessárias para se basear
na China e assumir a coordenação do negócio. O negócio
é seu, não do seu parceiro local.

4. Contratar
especialistas legais, consultoria e financeiros consoa
nte
a complexidade do projecto. É crucial que o
empresário tenha conhecimento prévio das normas regulamentares e
limitações legais existentes na lei Chinesa que podem afectar o seu
investimento. Algumas matérias assumem particular relevância no
mercado chines, designadamente as normas relativas à importação de
produtos, protecção de direitos de propriedade intelectual e
incentivos e obrigações fiscais.

5. Assumir a dificuldade de comunicação
e munir-se de um intérprete de confiança.

6. Assumir o
investimento na China como um projecto a médio e longo prazo. Não
é, em geral, o país certo para estratégias
de curto prazo.

7. Efectue visitas
regulares à China, é importante que o mercado e os parceiros sintam
um acompanhamento permanente e também lhe permitirá verificar, in
loco, o andamento do negócio.

8. Conhecer a forma de
actuação das entidades responsáveis na China pela área de negócio
– entidades fiscais, alfandegárias e
aduaneiras, registos comercias e de marcas, etc.

9. Promova o Guanxi! Aceite e retribua
jantares, almoços, espectáculos, ofereça presentes – simbólicos
-, mostre empatia e respeito pelas tradições locais.

10. Em resumo, tenha paciência de
chinês.

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