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‘Tubarões’ explicam como se faz o pitch perfeito

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Tim Vieira e João Rafael Koehler são ambos empresários de sucesso. É para pessoas como eles que, na Web Summit, dezenas de empreendedores de todo o mundo vão ter de apresentar as respetivas ideias e convencê-los a financiá-las.

Ao Dinheiro Vivo, ambos os antigos jurados do programa ‘Lago dos Tubarões’ explicaram quais os truques e os pormenores a ter em conta para fazer um pitch perfeito num palco como o da maior cimeira tecnológica, que está de regresso a Portugal durante a próxima semana.

“Cada vez se investe mais nas pessoas que nos negócios”

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Todos os dias os empresários ouvem boas e más ideias. João Koehler é um deles e, enquanto antigo presidente da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), enumera os truques para captar a atenção de quem investe.

Para fazer o Pitch perfeito, diz, “a pessoa tem de ser altamente focada e dizer apenas o essencial”. Além disso, “o negócio deve ser escalável e os números que apresentarem têm de ser consistentes” e para isso, acrescenta, “não é preciso ter uma ideia ‘rocket science’”mas sim “um pequeno fator de diferenciação, como a capacidade de chegar mais depressa aos clientes”.

Por fim, o CEO da Polygon lembra que a empresa deve ser gerida por “pessoas credíveis, porque cada vez se investe mais nas pessoas que nos negócios”.

“Parar de dizer ‘eu’ e começar a falar mais em ‘nós’”

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É na Web Summit que muitas portas se abrem aos donos das grandes ideias, mas há pouco tempo para as vender aos investidores.

Tim Vieira é um dos que vai estar presente na cimeira e revela como se faz o pitch perfeito.

“Quando vamos fazer um pitch, tem de ser como qualquer conversa que vamos ter com um amigo ou com alguém que estamos a fazer negócio”, começa por dizer o CEO da Brave Generation, salientando a importância de “olhar nos olhos, ter confiança e paixão naquilo que estamos a dizer, falar da nossa experiência e da razão pela qual vamos ter sucesso”.

Outra obrigação é “não esquecer a equipa – parar de dizer ‘eu’ e começar a falar mais em ‘nós’”. Por fim, sublinha, é preciso “dizer concretamente qual é o big picture”, isto é, “o porquê de fazer esse negócio, o que é que ele vai mudar, porque é que vai ser competitivo e melhor que a concorrência”.

 

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