Nova SBE

Como a Nova SBE está a mudar-nos

Nova SBE
(PAULO SPRANGER/Global Imagens)
Nova SBE (PAULO SPRANGER/Global Imagens)

O presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, e dois representantes de grupos de investidores privados da Nova SBE, Vasco de Mello (grupo Mello) e António Vieira Monteiro (Santander), explicam o impacto da universidade na comunidade e antecipam o que pode trazer ao país.

Carlos Carreiras

Carlos Carreiras, presidente da Câmara Municipal de Cascais
“É uma das boas parcerias público-privadas, não no sentido tradicional do termo mas no sentido de que entidades públicas e privadas podem criar imenso valor para o país se cooperarem. Sem preconceitos nem paroquialismos. Está no nosso ADN sermos inovadores e com a capacidade crítica instalada na Nova, acreditamos que esta nossa predisposição tende a aumentar ainda mais.

Para Cascais, a Nova SBE foi fundamental enquanto pontapé de saída numa nova era do nosso desenvolvimento e afirmação. Mudou estruturalmente o nosso modelo de desenvolvimento, que continua a passar por ser um destino turístico mas adicionou o conhecimento e o ensino superior como um dos mais importantes componentes do nosso produto interno. Ao trazer-nos a possibilidade de fazer algo absolutamente novo, esta escola mostrou que a comunidade é capaz de assumir os maiores desafios, imprimindo uma nova dinâmica económica que gerou mais emprego, mais empresas e mais valor para os cidadãos e para a comunidade.

Da Nova SBE saem ainda ideias que serão tentadas em novas políticas ou novos negócios, num ciclo virtuoso que acaba por ser muito positivo.”

Vieira Monteiro

António Vieira Monteiro, Santander
“Apoiámos o projeto por ser ambicioso, exigente e visionário na medida em que pretende colocar o seu campus e o país no mapa dos mais apetecíveis do mundo. Acreditamos que conseguirá formar e identificar profissionais de excelência e lhes permita singrar independente das suas condições de partida, e que possa contribuir de forma determinante para que este país seja economicamente mais competitivo e sustentável. Será difícil recrutar sempre os melhores num ambiente de maior concorrência. Terá sucesso se conseguir um lugar cimeiro nos rankings internacionais de escolas congéneres.

Três desejos para a escola? Que consiga crescer e afirmar-se como uma das melhores e mais dinâmicas do mundo; que aproveite a sua vocação global, para sublinhar o valor da língua e da cultura portuguesas – e aqui proponho à Nova SBE ser pioneira também na implementação de medidas que cumpram esse desígnio -; e que seja humilde e procure sempre inovar a sua oferta.

A promoção dos cruzamentos entre várias áreas do saber é capaz de trazer mais inovação, mais soluções e uma melhor preparação dos recém-licenciados para os desafios do futuro.”

Vasco de Mello

Vasco de Mello Grupo José de Mello
“É um projeto que cria valor para a sociedade. Quisemos associar-nos a um processo de criação permanente de conhecimento, essencial para melhor compreender as tendências de evolução e responder a desafios. Estamos muito satisfeitos em participar num modelo colaborativo que combina o ambiente e o propósito académicos com empresas, comunidades locais e cidadãos. A capacidade de se adaptar aos desafios da revolução digital, continuando a conseguir atrair e a reter excelentes alunos e professores é uma dificuldade, como o é conciliar os interesses de uma instituição pública com os dos doadores privados. Terá sucesso sendo uma referência internacional na produção de conhecimento e criação de parcerias que contribuam para a evolução da sociedade.

Trata-se de uma instituição aberta ao mundo, com implicações positivas para a abertura da economia portuguesa, e isso é muito relevante – além do que facilita o (muitas vezes difícil) acesso das empresas portuguesas a mais e melhor talento. As parcerias entre o meio empresarial e o meio académico são sempre vantajosas.”

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