DRI contrata para Portugal, Espanha, Suécia e Dinamarca

A DRI, integradora tecnológica e consultora global de origem portuguesa, está a contratar profissionais que ajudem a desenvolver o seu objectivo de internacionalização.

As vagas têm como destino as várias áreas de negócio da empresa, mas às agora anunciadas vão juntar-se outras porque até ao final de 2013, a tecnológica quer aumentar o número de funcionários em 100%, com o recrutamento de cerca de 40 pessoas.

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Com presença em seis países e cinco continentes, a equipa de Lisboa continua a ser a mais importante e onde existem mais vagas para preencher, mas na DRI também existem vagas para Portugal, Espanha, Suécia e Dinamarca.

A empresa portuguesa está actualmente a recrutar Gestores de projectos, Front-end developers, Software developers, Web developers, e Gestores de qualidade, como explicou Diogo Rebelo, CEO da empresa, ao Dinheiro Vivo.

Como adiantou ainda “as candidaturas podem ser feitas via email ou com o perfil do LinkedIn”. Todas as vagas estão expostas no site da empresa.

Diogo Rebelo adiantou ainda que existem dois perfis que a empresa privilegia, “um mais voltado para as componentes funcionais e algorítmicas das aplicações, com competências em PHP, Javascript e MySQL” e “outro mais voltado para interfaces”. O que pressupõe “um maior conhecimento de HTML, CSS e Javascript”.

“Nos papéis de gestão de projecto, estamos à procura de pessoas com grande capacidade de comunicação, compreensão de problemas de negócio e capacidade para os traduzir em requisitos para o desenvolvimento de um projecto, capacidade de organização e gestão de equipas de projecto e que falem Inglês ou Castelhano”.

Para os países Nórdicos, estão a procurar gestores de projecto técnicos com capacidades para compreender melhor o software e prestar algum suporte de primeira linha junto ao cliente.

O facto de o candidato ser Português pode funcionar como factor diferenciador se a empresa verificar que funcionará melhor como elo de ligação às equipas de produção em Lisboa, mas para os escritórios espalhados pelo mundo, a decisão acaba por ser local.

A tecnológica sente-se “claramente em contra-ciclo”. Este ano, as previsões apontam para que as exportações representem 76% do negócio, contra 54% em 2011. Prevê-se também um aumento do volume de negócios de 211% – em 2011, foi de 1.3 milhões de euros, com um crescimento de três dígitos em 2013. Sem dúvida que a internacionalização nos ajuda a contornar a crise e o consequente abrandamento do mercado em Portugal.

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