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A Transitar é uma empresa de Outplacement, ou seja um serviço que ajuda a trocar de emprego ou a encontrar um novo projecto profissional, no menor tempo possível.

Em Portugal há 11 anos, a Transitar faz de tudo um pouco e até ajuda a arranjar um novo posto de trabalho, seja ou não na mesma área do antigo.

Este é um serviço que ajuda as empresas a conduzir os seus processos de

reestruturação de maneira positiva e com respeito pelos colaboradores. O importante é o trabalho de consultoria, as horas de auto-conhecimento e o que a empresa ou colaborador procuram.

O objectivo é facilitar a vida das empresas que precisam de reestruturar os gastos e reduzir funcionários, não esquecendo o colaborador que acaba de ser dispensado e que precisa de uma garantia e de um apoio consistente para transitar para um novo cargo.

Yves Turquin, managing director da Transitar, explicou ao Dinheiro Vivo como funciona a empresa e quais as vantagens num momento de crise:

O que é o Outplacement? E como pode ajudar alguém que queira mudar de rumo?

A Transitar é uma empresa especializada em outplacement que oferece aos seus clientes serviços na área de transição de carreira.

O outplacement é um serviço business to business, ou seja, é dirigido às empresas, por forma a ajudar os colaboradores desvinculados a encontrar um novo projecto profissional, no menor tempo possível, de uma forma inovadora e diferenciada.

Esta solução é muito favorável às empresas por três motivos: os trabalhadores dispensados recebem um apoio importante para reorientarem a sua carreira e regressarem ao mercado de trabalho rapidamente; os trabalhadores que permanecem ficam mais descansados ao verem que a empresa apoia os trabalhadores no momento da saída; e a empresa revela responsabilidade social, o que se traduz numa melhor reputação.

O outplacement é feito em duas modalidades: outplacement individual, para quadros superiores, “middle management” e técnicos especializados; e outplacement coletivo, adaptado a mão-de-obra fabril, direta e indireta.

Sentiram que de facto é necessário um maior acompanhamento da população ao nível académico e profissional, como uma consequência da crise?

Os programas da Transitar são sem dúvida uma mais-valia para os profissionais em transição de carreira, acrescentando uma vantagem competitiva face aos profissionais que não contam com este apoio. Oferecemos suporte metodológico e um conjunto de técnicas e ferramentas essenciais para que os candidatos atinjam o seu objectivo profissional no menor tempo possível.

Este apoio é suportado por Consultores especializados e altamente qualificados. Atualmente temos 190 pessoas em processo de recolocação. Em 2011, a Transitar recolocou 78% dos candidatos no mercado de trabalho, num tempo médio de 5,9 meses.

Como surgiu a ideia de criar um serviço deste género em Portugal?

O outplacement surgiu, na década de 60 nos Estados Unidos, como uma técnica de Recursos Humanos que tinha como objectivo ajudar a suavizar a dureza da relações laborais ultra-liberais da época. Hoje, o outplacement está presente em quase todos os países industrializados.

Como referido anteriormente, o outplacement é um serviço B2B, ou seja, procurado exclusivamente por empresas na fase de negociação de desvinculação laboral. No entanto, é frequente ser o próprio colaborador a exigir esta componente no pacote de saída.

Ajudam tanto da saída de um posto de trabalho como na entrada para outro?

Um processo de outplacement tem início na altura que uma empresa antecipa reduzir em um ou mais colaboradores a sua força de trabalho. Esta contacta uma empresa de outplacement, como a Transitar, e faculta os perfis dos eventuais candidatos a desvinculação.

A Transitar elabora então uma proposta metodológica em função do perfil dos candidatos que, após a sua desvinculação, recebem o apoio personalizado necessário para a sua recolocação:

Suporte psicológico, balanço de carreira, criação dum plano de marketing pessoal e execução deste plano (prospecção), preparação das entrevistas, negociação e apoio na integração profissional na nova empresa. Esta fase final do programa de outplacement é importante para a integração com sucesso num novo projecto profissional e que permita aos candidatos fazer uma gestão eficaz do seu percurso de carreira, na sua nova organização.

Como é feito este encaminhamento? E o que é este roadmap de que falam?

A Transitar apoia o trabalhador desvinculado a reagir face à perda do emprego e acelera o processo de transição através de uma metodologia de marketing pessoal que visa encarar o processo de transição de carreira de forma natural, assemelhando-o a um projecto empresarial: timing definido, objectivos claros, etapas a ultrapassar, meios humanos, suportes metodológicos, meios informáticos e logísticos, que permite ao candidato encontrar, rapidamente, um novo emprego ou solução adaptada ao seu perfil e necessidades.

Num programa de outplacement, é necessário que o candidato se mantenha na área onde já exerce funções?

Não. Nem todos os candidatos se mantêm na área onde exerceram funções. Muitos apostam numa mudança de área, numa mudança de funções ou até mesmo na criação de um negócio próprio. Tudo depende das motivações do candidato e das suas competências transferíveis.

Que planos oferecem? Sei que também podem recrutar a partir da Transitar. É um serviço completo, mas vai bem para lá de um mero site de emprego…

Enquanto empresa de outplacement, a Transitar tem ao dispor dos seus clientes os mais variados serviços em transição de carreira, apresentando soluções para a gestão integral dos processos de despedimento.

Além do programa de outplacement individual e coletivo, temos também programas de criação de negócio próprio, apoio na transição para a pré Reforma, resiliência, apoio na expatriação/repatriação de cônjuges e programas de mobilidade interna.

As empresas podem recrutar a partir da Transitar, profissionais qualificados, motivados e disponíveis, sem qualquer custo associado, bastando para isso contactar-nos ou aceder, no nosso site, à nossa base de dados de candidatos para pesquisar os seus perfis.

A maioria destes profissionais foi afetada por fusões, downsizings ou reestruturações. São pessoas altamente qualificadas e disponíveis. Não há custos para o acesso aos currículos ou para a contratação destes talentos.

Quanto pode custar este serviço?

O custo varia em função da empregabilidade do candidato mas estatísticas demonstram que se situam entre 7 e 13% do salário anual do candidato.

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