Erasmus+. Bruxelas tira dúvidas

Há 135 mil bolsas para fora da Europa
Há 135 mil bolsas para fora da Europa

Em vésperas de eleições, Bruxelas parece decidida a convencer as gerações mais jovens a apostar no projeto comunitário. No dia 21 de Maio, a Comissão Europeia vai estar <a href="https://www.facebook.com/events/453848164760068/">do outro lado de um chat no Facebook</a> para responder às dúvidas de milhares de jovens com a mesma pergunta: o que tenho de fazer para conseguir uma bolsa Erasmus+?

O novo programa, que substitui, entre outros, os antigos programas Erasmus e Leonardo Da Vinci, introduz algumas novidades, como os 1,7 mil milhões de euros (cofinanciados por outras agências comunitárias) para estadas fora da Europa. São 135 mil bolsas para formação em países de outros continentes. Este será um dos temas mais abordados, numa altura em que a maioria de destinos europeus é menos promissora para quem usa o programa como entrada no mercado de trabalho internacional.

Leia também: Tudo o que precisa saber sobre o novo Erasmus+

Os mais de 70 mil jovens que seguem a página do Erasmus + no Facebook vão ter como interlocutores funcionários da Comissão, que prometem responder a dúvidas sobre modalidades, estágios, prazos e destinos contemplados pelo programa. O chat começa às 10h (hora portuguesa). Quem preferir pode colocar a questão no Facebook ou Twitter usando a hashtag #ErasmusPlusChat.

Mais fundos e um novo nome

Depois de quase deixar cair o antigo Erasmus por falta de verbas no anterior orçamento, a Comissão Europeia anunciou no final do ano passado um pacote de 14,7 mil milhões de euros destinado a programas de formação no estrangeiro durante os próximos sete anos: o Erasmus +. Segundo a Comissão, trata-se de um aumento de 40% em relação ao orçamento anterior, uma proposta aprovada num ano em que o desemprego entre os jovens europeus começou a marcar a agenda política comunitária.

Segundo as contas de Bruxelas, o novo valor vai permitir que cerca de 4 milhões de pessoas entre os 15 e os 30 anos possam beneficiar de uma bolsa. A ajuda deve chegar também, em menor escala, a professores e formadores que queiram internacionalizar o currículo.

Leia também: Está a estudar? Erasmus+ é o nome que não pode esquecer

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