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Funcionários públicos vão ter formação de excelência a 20% do preço

Universidade Católica Lisboa
Universidade Católica Lisboa (Foto: Lusa)

Trabalhadores da administração pública vão poder fazer cursos de finanças, fiscalidade, psicologia ou serviço social em instituições como a AESE Business School ou a Católica, por 20% do preço praticado no mercado, segundo uma parceria hoje divulgada.

O protocolo foi assinado pela Direção-Geral da Qualificação dos Trabalhadores em Funções Públicas (INA) com nove instituições de Ensino Superior e Escolas de Negócio: a Católica Lisbon School of Business and Economics, a Católica Porto Business School, o ISCTE Executive Education, o ISCSP — Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, o ISEG — Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, a Nova School of Business and Economics — Executive, a Porto Business School, a Universidade Europeia e a Católica Faculdade de Ciências Humanas.

O objetivo da parceria é o de oferecer condições mais favoráveis aos trabalhadores e dirigentes públicos que queiram investir na sua formação profissional, explica o Ministério da Modernização do Estado e da Administração Pública em comunicado hoje divulgado, precisando que o custo dos cursos será suportado pelos candidatos que sejam admitidos.

“O protocolo, que tem a duração de um ano, determina que os trabalhadores e dirigentes da Administração Pública interessados em frequentar a oferta formativa destas instituições, sejam elas públicas ou privadas, pagarão 20% do preço praticado no mercado”, esclarece naquele documento, classificando a formação como de “elevada qualidade”.

As formações que constam do protocolo são em ciência da administração, liderança, marketing, direito, sistemas de informação, inovação, imagem e comunicação, e ainda as áreas de segurança e saúde no trabalho, auditoria, contabilidade, finanças, estratégia, distribuição, fiscalidade, recursos humanos, economia, serviço social, relações internacionais, psicologia, entre outras áreas científicas.

As candidaturas vão ser feitas diretamente pelos candidatos nas plataformas das respetivas instituições, que vão decidir sobre a admissão dos candidatos usando critérios de seleção como a adequação do perfil ou a experiência do candidato aos conteúdos programáticos.

Para acompanhar e avaliar o protocolo, o ministério diz ter sido criada junto do INA uma comissão de acompanhamento com representantes de todas as partes que vai, nomeadamente, ajustar a oferta formativa em função da procura e das necessidades identificadas.

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