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E as empresas mais atrativas para trabalhar em Portugal são…

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O estudo Randstad Employer Brand Research revela ainda que uma conciliar emprego e vida pessoal é importante para a geração Millennial

Microsoft, TAP e Hovione estão entre as empresas mais atrativas para trabalhar, de acordo com Randstad Employer Brand Award 2019. O top 3 deste ranking realizado pela consultora mantém-se inalterado face ao ano anterior, mas a Farfetch, Ikea e os Hotéis Real passaram a integrar o top 20.

A reputação de uma empresa conta para os atuais e futuros colaboradores, revela o estudo Randstad Employer Brand Research realizado pela recrutadora. “Antes de enviarem as candidaturas, a maioria dos portugueses (92%) admite investigar a reputação das empresas para saber com o que contar”, diz.

Os millennials são os que mais optam pelo LinkedIn (50%) para procurar informação sobre as empresas e oportunidades de emprego, já a geração Z (18 e os 24 anos) prefere o Facebook (42%).

No último ano, em Portugal, foram mais os que mudaram de empresa do que no ano anterior: 15% em 2017 versus 20% em 2018. “Um aumento da confiança no mercado e a redução da taxa de desemprego terão ajudado a este crescimento”, justifica a Randstad.

Também cresceu a vontade de mudança de empresas – de 27% para 31% – intenções que pretendem concretizar este ano.

“A principal razão para os millennials portugueses se manterem fiéis à sua empresa está relacionada com a existência de um bom ambiente no local de trabalho, que lhes seja capaz de proporcionar bem-estar no dia-a-dia. Enquanto 43% dos mesmos valoriza este fator, 35% da geração Z está mais preocupada em ganhar experiência e exige às empresas que criem as condições necessárias para um bom programa de treino”, destaca o estudo.

Salários muito baixos são o que motiva a vontade de mudança. Esse factor é determinante (52%) no caso da geração millennial. “Para a geração mais nova, são os problemas resultantes da falta de equilíbrio entre a vida pessoal e o profissional que mais pesam (27%) e é por isso que, muitas vezes, partem em busca de novas oportunidades”, refere a Randstad.

“Com o evoluir das gerações, os motivos para esta ‘mobilidade’ deixam cada vez mais de estar centrados nas limitações em construir uma carreira ou na falta de capacidade de liderança das empresas, algo que está mais alinhado com as preocupações das gerações mais antigas.”

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