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E as piores profissões de 2016 são…

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Será pior ser condutor do camião do lixo ou empregado de mesa num restaurante apinhado? Bem, nenhum deles. É pior ser jornalista ou exterminador.

Para acabar com a eterna discussão sobre quais são os piores empregos e ajudar a orientar a vocação dos mais novos, a Careercast acabou de lançar o relatório de 2016, contabilizando o ambiente de cada trabalho, o salário, as perspetivas e os fatores de stress. Entre 200 empregos, descobriu que no top 10 estão profissões como jornalista ou locutor de rádio.

Assim, e por ordem decrescente, as piores profissões de 2016 são: jornalista (de imprensa), lenhador, locutor de rádio, DJ, militar, exterminador, vendedor do retalho, vendedor de publicidade, motorista de táxi e bombeiro.

Se algum dos seus sonhos se encontra na lista anterior, o melhor será considerar seriamente a mudança de planos e encontrar uma nova profissão, dado que as perspetivas para os próximos oito anos se mantêm negativas para praticamente todas (exceto vendedores do retalho, motoristas de táxi e bombeiros).

Em contrapartida, poderá considerar dedicar-se à matemática e ao pensamento computacional – áreas em grande procura de profissionais – e optar por uma das dez melhores profissões de 2016: cientista de dados, especialista em estatística, analista de segurança da informação, audiologista, técnico de ecografia, matemático, engenheiro de software, analista de sistemas, terapeuta da fala e analista de risco.

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