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Great Place to Work quer ajudar as empresas a ser bons locais de trabalho

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A organização que anualmente publica o ranking das melhores empresas onde trabalhar, quer ajudar empresários e lançou serviço de consultadoria

A Great Place to Work quer ajudar os empresários em Portugal a criar empresas que sejam bons locais de trabalho e para isso abriu uma nova área de negócio na área da consultadoria. Este ano conta aumentar entre 25 a 30% a sua faturação. A abertura de escritórios fora de Lisboa é algo que vai ser estudado.

GreatPlaces“Desenvolvemos a consultoria com o propósito de agregar valor às empresas. Um bom clima organizacional leva a bons resultados e à solidez das mesmas. Auscultamos os colaboradores, interpretamos as respostas e, facilitamos a construção de planos de ação e ferramentas de monitorização para a medição dos impactos desses planos. Queremos ser um aliado presente nas empresas portuguesas e ajudá-las a ser um Great Work Place”, justifica Mauricio Korbivcher, director-geral da Great Place to Work Portugal, em declarações ao Dinheiro Vivo.

Maurício Korbivcher e Paulo Rogério Medeiros são, desde novembro do ano passado, os novos donos do Great Place to Work em Portugal. Há 16 anos em Portugal, a Great Place to Work publica anualmente o ranking das melhores empresas onde trabalhar. O novo ranking será conhecido na sexta-feira. Agora vai começar a prestar serviços de consultoria, sob o impulso dos dois novos sócios que ajudaram a estabelecer a organização no Brasil.

Recetividade no mercado português

“Há sinais significativos que mostram que o tecido empresarial em Portugal já tenha identificado a necessidade real de trabalhar com as equipas de liderança e com os colaboradores para dar a continuidade ao esforço aplicado através das pesquisas”, diz Mauricio Korbivcher.

“O nosso desafio é reforçar a atuação junto das lideranças das empresas ajudando-as a alinhar a gestão dos seus recursos humanos com a estratégia dos negócios e com os valores organizacionais, tendo em vista as tendências futuras da cultura organizacional: imparcialidade (senso de justiça) para todos, desenvolvimento para todos e aprofundamento do propósito dos negócios para todos”, argumenta o responsável da Great Place to Work.

Leia ainda: “Coaching alargou-se ao mundo das startup”

“Num primeiro momento o foco é evoluir com a atual equipa para o novo mindset: trabalhar com as pesquisas de clima e complementar com os serviços de consultoria. A ampliação da equipa irá ocorrer à medida das necessidades e da resposta do mercado, considerando que já dispomos em Portugal de senioridade e expertise na liderança que assumiu localmente o Great Place to Work”, adianta Mauricio Korbivcher.

Para os “próximos anos” o planos da companhia passa pela “duplicação dos negócios, especialmente pela incorporação dos serviços de consultoria”, diz. Em 2018, “pretendemos fazer um estudo de viabilidade para a implantação de subsidiárias (polos) em outras áreas geográficas, para além de Lisboa. O norte, o centro e o Alentejo estão no nosso radar e fazem parte dos nossos planos a médio e longo prazo”, revela o diretor-geral da Great Place to Work. “Este é um negócio de pessoas e queremos estar, precisamente, perto das pessoas que trabalham nas várias organizações espalhadas pelo país”.

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