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Há duas faculdades portuguesas entre as 50 melhores do mundo a formar executivos

Francisco Veloso, dean da Católica Lisbon School of Business and Economics, que ocupa a 43.ª posição no ranking. (Fotografia: Focus Celebration/Global Imagens)
Francisco Veloso, dean da Católica Lisbon School of Business and Economics, que ocupa a 43.ª posição no ranking. (Fotografia: Focus Celebration/Global Imagens)

As faculdades de economia da Universidade Católica Portuguesa e da Universidade Nova de Lisboa estão entre as 50 melhores do mundo.

As faculdades de economia da Universidade Católica Portuguesa e da Universidade Nova de Lisboa integram o ranking das 50 melhores do mundo do jornal britânico Financial Times, divulgado esta segunda-feira.

No ranking de programas de formação de executivos – que combina dois tipos de formações, os programas abertos e os programas feitos à medida de empresas -, a Católica Lisbon School of Business and Economics (CLSBE) surge no 43.º lugar e a Nova School of Business and Economics (NSBE) encerra a tabela.

Na listagem dos programas de formação abertos, surge ainda outra faculdade portuguesa, a Faculdade de Economia da Universidade do Porto. A Porto Business School ocupa a 69.ª posição na classificação deste tipo de programa.

Este ano, a lista que combina os resultados nos dois tipos de programa de formação de executivos é liderada pela espanhola IESE Business School, seguida pela IMD, na Suíça, e pela norte-americana Harvard Business School. A britânica London Business School e a Center for Creative Leadership, uma escola que resulta da parceria entre os Estados Unidos, Bélgica, Singapura e Rússia estão empatadas.

O ranking analisa as instituições de ensino a partir de informação recolhida junto de alunos e direções das escolas. Aos alunos é pedido que pontuem os programas em critérios como preparação, conceção dos cursos, métodos e materiais de ensino, objetivos atingidos e condições das instalações das escolas, entre outros. Já as escolas fornecem informação sobre o total de mulheres inscritas nas formações, o número de estudantes internacionais, crescimento e parcerias com outras instituições, entre outros aspetos.

 

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