igualdade do género

PR pede “mais empenho e decisão” na igualdade de oportunidades para as mulheres

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O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa ( MIGUEL FIGUEIREDO LOPES/PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA/LUSA)

O chefe de Estado lembrou "o muito que resta por fazer" em termos de igualdade de oportunidades para as mulheres.

O Presidente da República pediu hoje “mais empenho e decisão” para assegurar “igualdade de oportunidades e de tratamento” para as mulheres portuguesas, salientando o “muito que resta por fazer”, e assinalando que ainda se vivem “inaceitáveis discriminações”.

Numa mensagem publicada no portal da Presidência da República no dia em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, o chefe de Estado “lembra o muito que foi feito nestes 45 anos de democracia, mas também o muito que resta por fazer, para assegurar a igualdade de oportunidades e de tratamento para as mulheres” em Portugal.

Na nota, Marcelo Rebelo de Sousa “recorda a igualdade na lei, na Constituição, e na família, na revisão do Código Civil, os passos dados pela paridade no emprego, nos salários, nos cargos de direção, na política, nas responsabilidades familiares e domésticas, na proteção contra a violência, mas também quão tímidos têm tantas vezes sido, necessitando muito mais empenho e decisão”.

“Em Portugal vivemos ainda inaceitáveis discriminações contra as mulheres”, critica.

O Presidente aproveita ainda para “sublinhar o papel das mulheres nas Forças Armadas e nas Forças de Segurança”, ele que “foi o primeiro a integrar mulheres na sua Casa Militar”, nomeadamente “uma assessora e duas ajudantes de campo”, refere a nota publicada hoje no ‘site’ da Presidência.

No texto, o chefe de Estado deixa uma saudação particular às “médicas, enfermeiras, outras técnicas e auxiliares, que nos hospitais e outras unidades de saúde, em conjunto com tantos homens, lutam contra o Covid-19, despistando a doença e tratando de todos os já afetados e se preparam para cuidar dos que o vierem a ser”.

“A todas a gratidão solidária do Presidente da República”, lê-se ainda na nota.

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