Saiba como deve ser o escritório de sonho para trabalhar

... o open space facilita a comunicação
Tétris, empresa do grupo JLL para a área de arquitetura e construção de interiores, que aponta o que é preciso para um espaço de trabalho ser confortável."> ... o open space facilita a comunicação

"O espaço de um escritório deve refletir a imagem, cultura e valores da empresa". A ideia é defendida pela Tétris, empresa do grupo JLL para a área de arquitetura e construção de interiores, que aponta o que é preciso para um espaço de trabalho ser confortável.

Apontando as três grandes tendências na conceção dos interiores de escritórios – zonas de lounge e copa, grandes áreas em open space – a Tétris dá o exemplo do seu próprio escritório, um projeto liderado pela arquiteta Inês Cabrita, que é também quem dá os conselhos a seguir.

Adequabilidade. No layout de um escritório tem de ser tido em conta o sector de atividade da empresa. Desenhar e projetar um espaço para uma empresa tecnológica não é a mesma coisa que fazê-lo para uma sociedade de advogados, por exemplo. Regra geral, no primeiro irá prevalecer a informalidade, com grandes áreas em open space e, eventualmente, alguns postos de trabalho rotativos. Na segunda, o ambiente mais formal e clássico, bem como a confidencialidade deste sector, exigem um espaço mais compartimentado em gabinetes.

Produtividade. Não só porque é no escritório que passamos a maior parte do nosso dia, mas sobretudo porque está demonstrado que o conforto, a luminosidade e o ambiente em geral que é criado no escritório tem impacto no desempenho e na produtividade dos colaboradores.

Zonas Sociais. Copa/refeitório e áreas de lounge são tendências cada vez mais frequentes sobretudo nas multinacionais. O contexto económico que se viveu sobretudo nos últimos anos, trouxe a “moda da marmita” e as empresas perceberam que tinham de proporcionar este tipo de espaços aos colaboradores. Como se costuma dizer “há males que vêm por bem” e esta foi uma boa iniciativa que veio para ficar.

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Otimização. O fator económico é sempre muito importante na conceção de um escritório. A redução do espaço físico do posto de trabalho (os equipamentos informáticos são mais pequenos), a flexibilidade e mobilidade, a implementação de áreas com postos hotdesk (o colaborador chega e liga o seu computador, sem ter um lugar fixo no escritório) são factores que podem otimizar a área do escritório e, por isso, contribuir para o controlo de custos.

Comunicação. Ao mesmo tempo que economiza espaço, o open space fomenta a proximidade e interação entre as diversas equipas. Os espaços lounge e o número cada vez maior de pequenas salas de reunião, são igualmente bem-vindos no que toca à partilha, comunicação e trabalho de equipa.

Respeito. Trabalhar em open space só é produtivo se houver respeito. Ou seja, falar ao telemóvel, fazer conferências telefónicas ou promover o trabalho de equipa no open space pode prejudicar os colegas. Foi a pensar nestas situações que os chamados quiet rooms ou phone booths começaram a ocupar um lugar de protagonismo dentro dos espaços dos escritórios.

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Organização. A informatização da documentação e a era digital não resolveram tudo. Os espaços de arquivo continuam ainda a ser uma das preocupações de grande parte das empresas, para as quais a proximidade à documentação física continua a ser um requisito.

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