Vaping

Como funciona o e-cig e outras respostas

Vaping (Stephanie Keith/Getty Images/AFP)
Vaping (Stephanie Keith/Getty Images/AFP)

Que riscos existem? A nicotina vicia? O vaping é menos mau do que fumar? APORVAP esclarece as principais dúvidas sobre o tema.

1. O que é o cigarro eletrónico?

O cigarro eletrónico, também conhecido por Vaporizador Pessoal, é um dispositivo eletrónico para entrega de nicotina, mas que também pode ser utilizado apenas com líquidos que não contenham nicotina. Tem como finalidade a entrega de nicotina através da produção de vapor por aquecimento e, ao contrário dos produtos de tabaco tradicionais, não exerce combustão. Existem atualmente no mercado inúmeros modelos para estes equipamentos, com formatos que assemelham mais ao tamanho dos cigarros tradicionais e que se traduzem numa opção idêntica ao ato de fumar, e outros modelos de dispositivos que permitem o seu reenchimento com líquido próprio (conhecido por e-líquido), e que podem conter ou não nicotina.

2. Qual a diferença entre fumar e vaporizar?

Fumar é aproveitar a combustão do tabaco para produzir fumo, efeito que acontece quando se utiliza o cigarro ‘tradicional’, com combustão. Em vez de fumo, os vaporizadores libertam vapores, que resulta do aquecimento de um e-líquido através de uma resistência.

3. Os cigarros eletrónicos são menos prejudiciais que o tabaco tradicional?

Sim. Há diversos estudos realizados por entidades do mundo inteiro que demonstram que os vaporizadores são 95% menos prejudiciais que o tabaco. O estudo que consideramos mais relevante foi realizado pelo Royal College of Physicians, em 2016, e conclui que os riscos do vaping a longo prazo não deverão exceder os 5% dos riscos que representam o consumo de produtos de tabaco tradicional. Como conclusão do estudo, esta Instituição afirma que no interesse da saúde pública, é importante a promoção do uso de cigarros eletrónicos tanto quanto possível como substituto de produtos de tabaco.
O estudo poderá ser consultado aqui.

4. O vaping ajuda a deixar de fumar?

Existem evidências crescentes que demonstram que os vaporizadores têm um papel determinante para o fumador que pretende reduzir ou cessar por completo o consumo de tabaco. São exemplo disso alguns estudos realizados no Reino Unido que comprovam que a passagem para os vaporizadores, só no ano de 2015 no Reino Unido, contribuiu para que 15.000 fumadores deixassem o tabaco convencional. De acordo com o NHS England Stop Smoking Services, foram registados, entre abril de 2016 e março de 2017, 156.000 casos de desistência tabágica. Um outro estudo anterior, realizado um 2014, demonstrou que quem recorreu ao vaporizador para deixar de fumar teve uma taxa de sucesso 60% maior que aqueles que o fizeram sem ajudas. Contrastando com estes valores, quem recorreu a produtos utilizados em terapia de substituição de nicotina, sem acompanhamento médico, não mostrou uma taxa de sucesso maior que aqueles que o fizeram sem ajudas. Na maior parte dos casos desistiram antes do término do tratamento ou este não era satisfatório.

5. Quais os componentes de um e-líquido?

O principal componente de um e-líquido é a Glicerina Vegetal (VG), proveniente de óleos de plantas. É mais espessa que os demais componentes que formam um e-líquido, ligeiramente adocicada e amplamente utilizada na alimentação, cosmética, medicina, entre outras aplicações; O Propileno Glicol (PG) também faz parte da composição do e-líquido e traduz-se num componente orgânico de origem laboratorial e aprovado pela FDA para inúmeras finalidades. Está presente em milhares de produtos que consumidos diariamente, é estudado desde o início dos anos 40 e apresenta, inclusivamente, propriedades anti-bacterianas. Os aromas associados ao e-líquido são uma evolução mais segura dos aromas alimentares, uma vez que se destinam a ser inalados. Tanto os naturais como os artificiais, têm a particularidade de serem solúveis em água. Em e-líquidos muito específicos pode encontrar-se uma ínfima percentagem de solução salina, ou soro fisiológico e, em raros casos, água oxigenada ou uma bebida alcoólica (geralmente vodka devido ao seu elevado grau de pureza) em que o álcool será depois evaporado. A água purificada de grau farmacêutico também poderá estar presente em alguns casos e em percentagens diferentes. A utilização da nicotina é opcional e apenas pode ser utilizada em e-líquidos com uma miligramagem até um máximo de 20mg/ml, conforme diretivas da Tobacco Product Directive (TPD) Comunitária, ou em concentrações menores.

6. Recomenda-se a experiência dos Vaporizadores Pessoais a quem gosta de fumar?

Sim. Para além de ser 95% menos prejudicial, notamos que os fumadores encontram facilmente na experiência do vaping uma satisfação que irá ao encontro do que gostam no cigarro convencional. Com um bom equipamento e miligramagens de nicotina adequadas a cada caso, há muitos benefícios em efetuar esta transição. Um vaporizador de qualidade não tem efeitos secundários conhecidos, ao contrário do cigarro convencional.

7. Serão os vaporizadores uma “porta de entrada” para os cigarros convencionais?

Existe uma preocupação neste sentido, no entanto, para já, não se verifica este fenómeno. O uso regular de vaporizadores mantém-se entre fumadores ou ex-fumadores. A experiência de vaping para “nunca-fumadores” é muito baixa. A Public Health England efetuou uma revisão independente e relata que não há evidências que comprovem que os vaporizadores sirvam de porta de entrada para o ato de fumar. Um outro estudo realizado pelo UK Centre for Tobacco and Alcohol Studies, PHE, ASH and DECIPHer Centre na Universidade de Cardiff concluiu que o vaper regular que nunca fumou permanece muito baixo e mostra que a maioria dos jovens que experimentou vaporizar não o faz com regularidade. Informações de setembro de 2019 indicam que, embora 5.5% dos jovens com idades compreendidas entre os 11 e os 18 anos que nunca fumaram tenham experimentado um vaporizador, apenas 0.8% são ainda vapers e apenas 0.1% vaporiza mais de uma vez por semana.

8. Posso utilizar produtos de terapia de substituição de nicotina a par com o vaporizador?

Sim. O importante é que o organismo receba a quantidade de nicotina que o satisfaça e o mantenha afastado dos cigarros convencionais. Não é necessário cessar a utilização do vaporizador para consumir produtos de terapia de substituição de nicotina.

9. Como funciona o cigarro eletrónico?

O cigarro eletrónico funciona através de uma bateria que fornece energia a uma resistência que vai atomizar um e-líquido, composto por glicerina vegetal, propileno glicol, aromas e nicotina (opcional). A resistência presente nos vaporizadores é constituída por um fio metálico (usualmente Kanthal, Aço Inoxidável, titânio ou outras ligas) que contém algodão orgânico no seu interior ou exterior, dependendo do tipo de resistência. Para gerar aquecimento, esta resistência entra em contacto com o e-líquido e com o algodão para produzir vapor. Neste processo não existe combustão e o vapor gerado tem uma dissipação rápida e sem cheiros desagradáveis.

10. Os vaporizadores libertam metais pesados?

Em termos gerais, sim. Porém, estudos demonstram que mesmo efetuando o dobro dos ‘puffs’ diários de um vaper regular, a presença destes metais pesados (cádmio, crómio, cobre, chumbo e níquel) está 387 vezes abaixo do limite da Exposição Diária Permitida. No caso do manganês está 325 vezes abaixo do limite permitido e de alumínio, bário, ferro, titânio, estanho, zinco e zircónio os valores estão 665 a 77514 vezes abaixo dos limites permitidos. Podemos então concluir que embora sejam libertados metais pesados, estes são de valor irrisório. Poderá encontrar os resultados do estudo aqui.

11. Há registos de alguns casos em que as baterias dos dispositivos explodiram. É verdade? Como explicam estes acontecimentos?

À semelhança de inúmeros objetos do nosso quotidiano, os vaporizadores contêm uma bateria para o seu funcionamento. Se for mal utilizada, qualquer bateria pode ventilar ou explodir. Este fenómeno acontece quando os dispositivos são utilizados para além dos seus limites ou para um efeito que não era o previsto.

12. Há quantos anos existem os vaporizadores?

O cigarro eletrónico, ou vaporizador, como o conhecemos, foi inventado na China em 2003. A sua ascensão e notoriedade começou a fazer sentir-se a partir de 2009, tendo sofrido inúmeras alterações e melhorias ao longo dos anos.

13. Como evoluíram os vaporizadores?

Podemos dividir a história do vaping em 3 gerações; a primeira possuía aparelhos discretos e apresentava uma baixa performance em termos de autonomia de baterias, produção de vapor e entrega de nicotina. Na altura, era comum encontrarmos e-líquidos com 24, 36 ou 48mg/ml de concentração de nicotina devido à fraca performance dos dispositivos. Ficaram conhecidos como “cigalikes”, já que tentavam simular o aspeto exterior de um cigarro convencional (daí originando o termo “cigarro eletrónico”). Por norma possuíam cartuchos previamente carregados de e-líquido, tendo depois existido uma evolução para cartuchos que davam para encher novamente. Na segunda geração, os equipamentos evoluíram na sua dimensão, para poder comportar uma maior bateria e consequentemente obter mais autonomia. Também os tanques atomizadores aumentaram de capacidade de e-líquido e surgiram as potências reguláveis. A terceira e atual geração caracteriza-se por baterias mais evoluídas, equipamentos com potências maiores e regulações mais precisas, mais funções e características de proteção ao equipamento e ao utilizador, além de tanques atomizadores de maiores capacidades e com diversas opções de regulação de entrada de ar e potências, para conferir ao vaper um vapor mais personalizado e mais satisfatório.

14. Quantas lojas de vaping existem em Portugal?

À data de novembro de 2019, existem cerca de 200 lojas de vaping em Portugal, distribuídas por todo o Território Nacional.

15. Qual a idade mínima para poder vaporizar?

É proibida toda a venda de produtos de tabaco, tabaco sem combustão e cigarros eletrónicos a menores de 18 anos.

16. Há casos de infrações na venda a menores?

Que se tenha conhecimento, não. As lojas da especialidade pedem a identificação a todo e qualquer cliente que levante a mínima dúvida em termos de idade, pelo que não temos registo de irregularidades.

17. Qual a miligramagem máxima de nicotina permitida nos e-líquidos em Portugal?

Segundo a Tobacco Product Directive (TPD), nenhum e-líquido comercializado no nosso País poderá exceder as 20mg/ml de concentração de nicotina.

18. Qual a média de idades dos utilizadores de vaporizadores?

A faixa etária que mais utiliza vaporizadores pessoais situa-se entre os 25 e os 34 anos, seguida dos indivíduos entre os 35 e os 44 anos e depois a faixa dos 45-54 anos de idade. Em termos de género, nota-se uma ligeira maioria de indivíduos do sexo masculino, na ordem dos 60%. Estes dados foram resultado de uma pesquisa da The Irish Cancer Society e dizem respeito ao mercado Irlandês, que se apresenta similar ao mercado nacional. Nos EUA, a média de idade dos utilizadores de vaporizadores encontra-se entre os 22 e os 44 anos de idade. Este estudo , que observa 33 Países (72% dos quais Europeus), aponta uma média de idades na ordem dos 43 anos. Não existem, até à data, números definitivos para o mercado Nacional.

19. Os cigarros eletrónicos são aditivos?

A nicotina é uma substância aditiva e, como tal, todos os e-líquidos que contenham nicotina também o são. No entanto, para os e-líquidos que não contêm nicotina na sua composição não existem estudos que demonstrem a sua adição.

20. A nicotina presente nos e-líquidos é de origem orgânica ou química?

Toda a nicotina utilizada nos e-líquidos comercializados em Território Nacional é de origem orgânica, proveniente da folha de tabaco.

21. Como se compara a nicotina dos vaporizadores à nicotina dos cigarros convencionais?

O cigarro tradicional tem cerca de 9mg de nicotina, no entanto, a combustão destrói grande parte desta e só cerca de 1mg por cigarro é entregue ao organismo. Assim, pode concluir-se que uma colher de chá de e-líquido equivale a cerca de 60 cigarros, potencialmente mais, visto que os vaporizadores são mais eficientes na entrega de nicotina que os cigarros convencionais. Tendo como base um e-líquido com uma miligramagem média/alta de nicotina (12mg, ou seja, 12mg por mililitro), 5 mililitros correspondem a uma colher de chá. Portanto, uma colher de chá de e-líquido contém aproximadamente 60mg de nicotina.

22. Qual a capacidade de um tanque atomizador?

Segundo a Tobacco Product Directive, um tanque atomizador deverá ter uma capacidade de e-líquido não superior a 2ml.

23. Os e-líquidos contêm Vitamina E ou Acetato de Vitamina E?

Não. A revisão da TPD de maio de 2017 classifica o Acetato de Vitamina E como substância proibida. Assim, não será possível encontrar nenhum e-líquido à venda nas lojas da especialidade que possa conter esta substância.

24. O vapor gerado é vapor de água?

Sim, mas não só. Os e-líquidos podem conter água na sua composição e mesmo a glicerina vegetal, tendo propriedades hidratantes e por ser solúvel em água, terá uma percentagem de água, pelo que podemos concluir que o vapor é também vapor de água. Além da água encontram-se os outros componentes anteriormente descritos que também permitem a formação de vapor.

25. Podem os cigarros eletrónicos ajudar-me a deixar de fumar?

Sim. Embora uma percentagem de vapers veja o vaping como um substituto menos prejudicial de entrega de nicotina, outra aborda-a como um veículo menos nefasto que lhe permita reduzir o consumo de nicotina de forma progressiva, reduzindo a miligramagem de nicotina presente no e-líquido até às 0 (zero) miligramas e assim cessar também o ato de vaporizar.

26. O vapor passivo é prejudicial?

Estudos realizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) demonstram que a contagem completa de células sanguíneas se manteve inalterada após exposição de grupos de controlo a vapor, tanto ativos como passivos. O mesmo estudo comparou o fumo de produtos de tabaco tradicional em que registou, tanto em fumadores ativos como passivos um aumento de glóbulos brancos, linfócitos e granulócitos em apenas uma hora de exposição, para além de um aumento de proteínas secundárias e de uma carga inflamatória aguda. Mais estudos são necessários, nomeadamente devido às diferentes concentrações de nicotina presentes no e-líquido, mas conseguimos concluir que existem notórias diferenças entre exposições. Pode aceder ao estudo aqui.

27. A nicotina é prejudicial?

Sendo aditiva, a nicotina deve ser considerada prejudicial. No entanto, não representa um risco cancerígeno. A nicotina é, em doses controladas, um estimulante. Aumenta o ritmo cardíaco e tem sido referida como benéfica em termos performativos e cognitivos, melhorando a atenção, memória e funções motoras. A cessação abrupta e consumo de nicotina poderá trazer, mediante a tolerância a esta por parte de cada indivíduo, alguns sintomas como, por exemplo, ansiedade, falta de concentração, irritabilidade e alterações no apetite. Muitos utilizadores comparam a nicotina à cafeína pelos efeitos que provoca, mas não existe um estudo que sustente esta afirmação. O risco de overdose de nicotina é praticamente impossível, quando utilizada de forma correta. Para mais informação, consulte o estudo realizado pelo Royal College of Physicians:

28. Os cigarros eletrónicos são legais?

São. Os cigarros eletrónicos são legislados pela Tobacco Products Directive (TPD) que visa regulamentar o mercado de produtos de tabaco, tabaco sem combustão e cigarros eletrónicos, assegurando um elevado nível de proteção da saúde para os cidadãos da União Europeia.

29. O vaping está regulamentado em Portugal?

Sim. A Tobacco Product Directive (TPD) é uma Diretiva Comunitária que foi criada em 2001 com o objetivo de estabelecer regras e limites ao comércio de produtos de tabaco. Foi revista em 2014 para poder incluir também o vaping e os seus integrantes e teve revisões em 2016 e 2017. Poderá consultar o artigo que diz respeito ao vaping aqui.

30. Onde se compram os vaporizadores? Como se escolhe o dispositivo e o e-líquido mais adequado? Devem ser comprados em lojas especializadas?

Os locais mais aconselhados serão as lojas especializadas de vaporizadores pessoais, também conhecidas como vapeshops ou lojas de vaping. Embora possam ser adquiridos presentemente em tabacarias ou áreas de abastecimento de combustível, nas suas formas mais simplificadas, numa loja especializada, os lojistas poderão informar acerca do funcionamento dos dispositivos, características, cuidados e manutenção do equipamento. Na compra em loja é também possível efetuar testes para decidir o que melhor se adequa a cada utilizador bem como a miligramagem de nicotina mais adequada a cada caso. Só nas lojas especializadas é possível encontrar vendedores com conhecimentos suficientes para aconselhar nas tomadas de decisão e escolha dos equipamentos, visto que há centenas de modelos disponíveis. Além disso, em loja é possível testar alguns modelos e alguns e-líquidos e escolher os mais confortáveis e satisfatórios para uma utilização regular, substituindo da melhor forma o cigarro convencional. Só nas lojas da especialidade é possível encontrar e-líquidos elaborados com ingredientes certificados e aprovados pela TPD.

31. Pode vaporizar-se em qualquer lado?

Não. Mesmo não existindo combustão, ou seja, produção de fumo, o vaping está sob a Lei do Tabaco, portanto restrita aos locais onde é permitido fumar.

32. É possível vaporizar sem nicotina?

Sim. Existem no mercado inúmeras opções de e-líquidos sem nicotina. Os e-líquidos, tal como os vaporizadores pessoais, estão legislados pela TPD que determina que os e-líquidos com nicotina só podem ser comercializados em recipientes com 10ml de capacidade, no máximo. Qualquer medida superior poderá ser comercializada apenas sem nicotina. Os concentrados de nicotina disponíveis nas lojas de vaporizadores pessoais têm concentrações inferiores a 20mg que posteriormente são diluídas no e-líquido sem nicotina, conferindo-lhes a miligramagem necessária a cada indivíduo. Os produtos que contêm nicotina são facilmente identificáveis pela Estampilha Fiscal aplicável aos produtos de tabaco.

33. Porquê a controvérsia em torno do vaping?

O vaporizador ainda é considerado por alguns como uma tecnologia “perturbadora”. Perturbam a indústria tabaqueira, bem como a indústria farmacêutica, nomeadamente no campo dos produtos de terapia de substituição de nicotina, devido a serem altamente eficazes na substituição dos cigarros convencionais. Os vaporizadores conseguem entregar uma rápida dose de nicotina ao organismo através dos pulmões, algo que o fumador está habituado, mas que os pensos e pastilhas não proporcionam. Logo, aqueles que tendem a perder volume de vendas no mercado com o consequente aumento da procura do vaporizador não o apoiam e muitas vezes utilizam “fake news” para desinformar e dissuadir o fumador desta tecnologia, que se apresenta uma como uma solução eficaz para quem pretende deixar de fumar.

 

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