Coronavírus

Dono do Minipreço aumenta 8,3% vendas em Portugal no 2.º trimestre

O grupo Dia opera em Portugal com a marca Minipreço. 
(José Carmo / Global Imagens)
O grupo Dia opera em Portugal com a marca Minipreço. (José Carmo / Global Imagens)

O grupo espanhol Dia, dono do Minipreço em Portugal, opera também em Espanha, Brasil e Argentina. Registou vendas líquidas totais de 1.819,2 milhões

O Dia aumentou 8,3%, para 160,3 milhões de euros, as vendas líquidas em Portugal no segundo trimestre, face ao mesmo período de 2019, acima da subida de 6,3% das vendas de todo o grupo.

O grupo espanhol Dia, dono do Minipreço em Portugal, opera também em Espanha, Brasil e Argentina, registando nos quatro países um total de 1.819,2 milhões de euros em vendas líquidas no segundo trimestre, aumentando 6,3% face ao período homólogo de 2019, revelou o grupo hoje em comunicado.

Os melhores desempenhos foram na Península Ibérica, com destaque para o mercado espanhol, que aumentou 15,9% as vendas para 1.204,3 milhões de euros, enquanto no Brasil e na Argentina se registou uma queda nas vendas.

Quanto a Portugal, o grupo, naquele comunicado, destaca os resultados positivos de ‘Like-for-Like’ baseados nas medidas de transformação locais implementadas, entre as quais o aumento da frequência de entrega de mercadoria para melhorar a oferta de frescos e esforços de renovação de lojas.

“Os nossos resultados correspondentes ao segundo trimestre refletem os progressos levados a cabo no último ano, com um incremento nas vendas líquidas, apesar de contarmos com uma menor rede de lojas, assim como vendas comparáveis positivas em todos os países pela primeira vez deste o último trimestre de 2016”, destaca o presidente executivo (CEO) do grupo, Stephan DuCharme, citado no comunicado.

Em número de lojas o grupo registou uma descida de 6%, de 6.809 lojas no segundo trimestre de 2019 para 6.400 atualmente.

O grupo espanhol terminou o ano passado com um prejuízo de 790,5 milhões de euros e, em finais de 2018, entrou num processo de dissolução por falência técnica quando um dos acionistas, o milionário russo, Mikhail Fridman, tomou no início de 2019 o controlo maioritário da empresa e iniciou um processo de recuperação.

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