Money Conference

Novo Banco garante fecho da venda de mega carteira de malparado em 2018

A carregar player...

O Novo Banco vai concluir a operação de venda de uma carteira de 1,75 mil milhões de euros de crédito malparado antes do final do ano, afirmou António Ramalho, presidente executivo do banco.

O banco tem “já selecionada uma short list de três consórcios compradores”.

“Aguardamos agora que façam as suas análises da carteira com toda a precisão para fazerem as suas propostas até ao início de dezembro. A operação procura desconsolidar antes do final do ano para que todos os efeitos se verifiquem antes do final do ano”, afirmou António Ramalho, ao Dinheiro Vivo, à margem da Money Conference.

“É uma operação interessante, como deve imaginar. É a maior operação até agora feita no mercado português. É uma operação que é particularmente importante para o Novo Banco e representa um passo decisivo naquilo que é a reestruturação do banco. E daí nascermos para a construção do banco”, disse.

Sobre o restante processo de reestruturação do banco, frisou que a maior parte das saídas de trabalhadores já ocorreu e que o Novo Banco está a recrutar novos quadros, nomeadamente de topo, para ajustar a sua estrutura de colaboradores ao mundo da banca digital.

António Ramalho, presidente executivo do Novo Banco, apontou que o banco está numa fase em que a redução de número de trabalhadores não é “já muito expressiva”.

“Estamos numa fase em que procuramos encontrar condições que permitem uma renovação significativa dos quadros. A banca está num período de grande transformação, o modelo digital cria-nos novos desafios e isso traz-nos sobretudo um novo desafio de competências e um novo desafio de novas características”, afirmou. Isto sem aumentar custos.

“Já estamos a recrutar, através de um sistema de estágios e também estamos a recrutar alguns líderes do futuro, nomeadamente temos um novo chief digital officer que recrutámos recentemente”, indicou.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Caixa Geral de Dep—ositos -

Sete dos créditos de risco da CGD tiveram perdas de 100%

Operadores da Groundforce onde a operação da empresa de ‘handling’ Groundforce inclui números como cinco minutos e 400 toneladas, mas também o objetivo de chegar ao fim de 2019 com 3.600 colaboradores, aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, 22 de janeiro de 2018. Para que os aviões estejam no ar, a Groundforce faz toda a assistência em terra, excetuando o fornecimento de comida e de combustível, como resume o presidente executivo da empresa, Paulo Neto Leite, numa visita guiada aos ‘bastidores’ do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. MÁRIO CRUZ/LUSA

Com o aeroporto de Lisboa “no limite”, Groundforce exige à ANA que invista já

(Rui Oliveira / Global Imagens)

Quota de mercado dos carros a gasóleo cai para mínimos de 2003

Outros conteúdos GMG
Conteúdo TUI
Novo Banco garante fecho da venda de mega carteira de malparado em 2018