Web Summit 2019

Diferenças de género estão a reduzir-se nas tecnológicas

4 November 2019; Paddy CosgravernCEO & co-founder, Web Summit, on Centre Stage during the opening night of Web Summit 2019 at the Altice Arena in Lisbon, Portugal. Photo by Sam Barnes/Web Summit via Sportsfile
4 November 2019; Paddy CosgravernCEO & co-founder, Web Summit, on Centre Stage during the opening night of Web Summit 2019 at the Altice Arena in Lisbon, Portugal. Photo by Sam Barnes/Web Summit via Sportsfile

A indústria tecnológica está menos desigual entre homens e mulheres, mostra um inquérito revelado pela organização da Web Summit.

Há mais espaço para as mulheres e salários mais iguais. Este é o resultado de um inquérito realizado pela organização da Web Summit e que mostra uma redução do chamado gender gap ao longo dos últimos 12 meses.

O inquérito, que foi desenvolvido junto de oradores, investidores, fundadores e participantes da Web Summit originários de 60 países mostra que 42% dos inquiridos acreditam que o rácio de homens e mulheres ficou mais equilibrado ao longo dos últimos 12 meses. Embora 32% não tenha a certeza de que há de facto uma melhoria, há um ano, a percentagem de inquiridos que experienciava um avanço na redução da desigualdade era menor – 32%.

No que toca ao salário, 46% das mulheres inquiridas acreditam que recebem um pagamento igual ao dos colegas homens e 32% diz que não. Há um ano, apenas 37% acreditava que recebia um “salário igual para trabalho igual”.

“As pessoas de todo o mundo estão a começar a lutar mais e mais contra os intervalos de género, por isso agora é a altura para perseguir outros objetivos”, disse um dos inquiridos, citado pela Web Summit em comunicado.

O inquérito diz que a maioria das mulheres sente que há respeito e confiança no seu trabalho. 78% dizem que se sentem respeitadas pelos colegas e 74% querem assumir uma posição de topo.
Seja como for, à pergunta “muitas mulheres assumem lugares de chefia para preencher quotas”, 40% dizem concordar. Apenas 29% não mostram uma opinião.

“A minha empresa prefere oferecer cargos de topo a homens”, destaca um dos participantes neste estudo.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
The World Economic Forum, Davos
Fabrice COFFRINI/AFP

Líderes rumam a Davos para debater a nova desordem mundial

Mário Centeno

Privados pedem ao Estado 1,4 mil milhões de euros em indemnizações

Luis Cabral, economista.
(Leonardo Negrão / Global Imagens)

Luís Cabral: “Pobreza já não é só ganhar 2 dólares/dia”

Diferenças de género estão a reduzir-se nas tecnológicas