1º Congresso de Engenheiros de Língua Portuguesa realizou-se hoje no CCB

Realizou-se hoje no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, o 1º Congresso de Engenheiros de Língua Portuguesa, anunciou a Ordem dos Engenheiros, em comunicado de imprensa.

O encontro – subordinado ao tema “A Engenharia como fator decisivo no processo de desenvolvimento” – contou com a participação de mais de 800 Engenheiros de Língua Portuguesa, oriundos de Portugal mas também de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

O bastonário da Ordem dos Engenheiros, Carlos Matias Ramos, afirmou que o encontro visou “a criação de redes de conhecimento que possam mobilizar a Engenharia ao serviço dos vários países envolvidos, através do estabelecimento de acordos de cooperação”, que potenciem contactos entre entidades públicas e privadas, incluindo empresas e instituições de ensino ligadas à Engenharia.

Carlos Matias Ramos manifestou também o desejo de que este seja “o primeiro de muitos” congressos, a serem realizados de dois em dois anos.

O Congresso contou ainda com as presenças do gerente do E&P – Petrobras, António Carlos Capeleiro Pinto, do presidente do Grupo Águas de Portugal, Afonso Lobato Faria e do presidente da Galp, Ferreira de Oliveira.

António Capeleiro Pinto referiu os desafios tecnológicos e de engenharia relacionados com o desenvolvimento do offshore profundo, destacando o projeto de Lula da Silva para o pré-sal brasileiro “que permitiu investigar uma área extensa e que tem sido bem-sucedido, estando em torno de 93 mil barris por dia”.

Já António Lobato Faria promoveu um debate entre diretores de grandes empresas de Moçambique, Brasil e Angola sobre as estratégias e políticas a desenvolver no setor.

Ferreira de Oliveira, por sua vez, moderou uma sessão dedicada aos desafios que se podem colocar no futuro ao petróleo e ao gás.

O encontro, revela a Ordem dos Engenheiros, “permitiu divulgar aos setores económicos nacionais as realidades socioeconómicas e planos de desenvolvimento em políticas públicas dos países que integram a Comunidade de Língua Portuguesa e de Macau”, avançando no sentido da criação de oportunidades de negócio.

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