25 de abril

Presidente da República pede “mais ambição” para resolver problemas

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa,  intervem durante a sessão solene comemorativa dos 45 anos da Revolução de 25 de Abril na Assembleia da República em Lisboa, 25 de abril de 2019. ANTÓNIO COTRIM/LUSA
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, intervem durante a sessão solene comemorativa dos 45 anos da Revolução de 25 de Abril na Assembleia da República em Lisboa, 25 de abril de 2019. ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Marcelo Rebelo de Sousa fez um discurso de cerca de 20 minutos na sessão solene dos 45 anos do 25 de Abril

O Presidente da República pediu hoje “mais ambição” para resolver os problemas do país e dos “jovens de 2019”, um programa quase impossível em que é preciso garantir a economia a crescer e o endividamento a diminuir.

Marcelo Rebelo de Sousa fez um discurso de cerca de 20 minutos na sessão solene dos 45 anos do 25 de Abril, no parlamento, em Lisboa, em que comparou as ambições dos “jovens de 1974”, como ele, e os jovens de hoje, “os jovens de 2019”.

Para o Presidente da República, é preciso “mais ambição no Portugal pós-colonial, mais ambição na democracia, mais ambição na demografia, mais ambição na coesão, mais ambição na era digital e mais ambição na antecipação do futuro do emprego e do trabalho”.

“Mais ambição na luta por um mundo sustentável”, concluiu.

Estes objetivos têm que ser conseguidos, afirmou, “com a economia a crescer, com dependência pelo endividamento a diminuir, sensatez financeira a salvaguardar, com acrescida justiça a repartir”.

Num discurso em que fez a pergunta e respondeu a si próprio, e sem nunca nomear diretamente o Governo, Marcelo Rebelo de Sousa admitiu que estes são objetivos difíceis.

“Parece um programa impossível? Talvez, mas a História faz-se sempre de programas, ideais, de sonhos impossíveis”, afirmou, já a finalizar o seu quarto discurso, como Presidente, na sessão solene do 25 de Abril, na Assembleia da República.

No final, aplaudiram de pé as bancadas do PSD, do PS e do CDS-PP, enquanto PCP, BE e PEV optaram por ficar sentados, sem aplaudir.

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