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A liberdade de Snowden e o 5G da Huawei. Começou a Web Summit

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Intervenções de Edward Snowden e do presidente da Huawei maracaram o arranque da Web Summit.

“Holly cow”. A expressão de espanto que usa quando olha para a plateia da Altice Arena pela primeira vez já é uma das imagens de marca de Paddy Cosgrave. Pelo quarto ano consecutivo, o fundador da Web Summit deu as boas vindas aos milhares de participantes que, aos poucos, foram esgotando a lotação do recinto que acolhe o palco principal da maior cimeira de tecnologia do mundo.

Na edição de 2019 da Web Summit, a responsabilidade de inaugurar o evento coube a 16 startups, consideradas das mais promissoras da atualidade. Em pouco mais de dois minutos, foram explicando o que estão a fazer para mudar o mundo.

O desfile de fazedores durou cerca de uma hora e serviu de aperitivo ao prato principal da cerimónia. A partir da Rússia, Edward Snowden deu uma lição sobre privacidade e abuso de poder. O responsável por denunciar vários esquemas de videovigilância levados a cabo nos EUA sublinhou que o grande desafio das atuais gerações é agir quanto ao facto de as instituições mais poderosas do mundo serem também as menos confiáveis. “Obrigado e mantenham-se seguros”, aconselhou no fim.

Depois do grito de liberdade de Snowden, foi a vez do presidente de uma das empresas mais poderosas do mundo entrar em cena. Guo Ping, chairman da Huawei, falou da revolução que o 5G vai trazer à vida dos consumidores e piscou o olho a possíveis futuros parceiros, numa alusão ao bloqueio da marca pelos Estados Unidos.

No final, coube ao ministro de Estado e da Economia, Pedro Siza Vieira, e ao presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, dar as boas vindas às mais de 70 mil pessoas que até quinta-feira vão passar pela cidade “vibrante e aberta” que será a capital da Web Summit nos próximos 10 anos.

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