Coronavírus

A lista dos estabelecimentos que podem ficar abertos

Fotografia: José Coelho/Lusa
Fotografia: José Coelho/Lusa

Decreto-Lei entra em vigor este domingo. Conheça aqui a lista de estabelecimento que podem ficar abertos.

O Governo esteve ontem reunido em Conselho de Ministros, pelo segundo dia consecutivo, para desenhar as medidas que vão vigorar durante a situação de exceção decorrente da pandemia do novo coronavírus.

Veja aqui a lista dos estabelecimentos que vão estar fechados

Os ministros estiveram a afinar as medidas que dão corpo ao estado de emergência declarado pelo Presidente da República e em vigor desde as 00h00 de quinta-feira, dia 19 de março, até às 23h59 do dia 2 de abril de 2020.

Estes são os estabelecimentos que podem ficar de portas abertas durante o estado de emergência:

1. Minimercados, supermercados, hipermercados,;
2. Frutarias, talhos, peixarias, padarias;
3. Mercados, nos casos de venda de produtos alimentares;
4. Produção e distribuição agroalimentar;
5. Lotas;
6. Restauração e bebidas, nos termos do presente decreto;
7. Confeção de refeições prontas a levar para casa, nos termos do presente decreto;
8. Serviços médicos ou outros serviços de saúde e apoio social;
9. Farmácias e locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica;
10. Estabelecimentos de produtos médicos e ortopédicos;
11. Oculistas;
12. Estabelecimentos de produtos cosméticos e de higiene;
13. Estabelecimentos de produtos naturais e dietéticos;
14. Serviços públicos essenciais e respetiva reparação e manutenção (água, energia elétrica, gás natural e gases de petróleo liquefeitos canalizados, comunicações eletrónicas, serviços postais, serviço de recolha e tratamento de águas residuais, serviços de recolha e tratamento de efluentes, serviços de gestão de resíduos sólidos urbanos e de higiene urbana e serviço de transporte de passageiros);
15. Papelarias e tabacarias (jornais, tabaco);
16. Jogos sociais;
17. Clínicas veterinárias;
18. Estabelecimentos de venda de animais de companhia e respetivos alimentos;
19. Estabelecimentos de venda de flores, plantas, sementes e fertilizantes;
20. Estabelecimentos de lavagem e limpeza a seco de têxteis e peles;
21. Drogarias;
22. Lojas de ferragens e estabelecimentos de venda de material de bricolage;
23. Postos de abastecimento de combustível;
24. Estabelecimentos de venda de combustíveis para uso doméstico;
25. Estabelecimentos de manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos, tratores e máquinas agrícolas, bem como venda de peças e acessórios e serviços de reboque;
26. Estabelecimentos de venda e reparação de eletrodomésticos, equipamento informático e de comunicações e respetiva reparação;
27. Serviços bancários, financeiros e seguros;
28. Atividades funerárias e conexas;
29. Serviços de manutenção e reparações ao domicílio;
30. Serviços de segurança ou de vigilância ao domicílio;
31. Atividades de limpeza, desinfeção, desratização e similares;
32. Serviços de entrega ao domicílio;
33. Estabelecimentos turísticos, exceto parques de campismo, podendo aqueles prestar serviços de restauração e bebidas no próprio estabelecimento exclusivamente para os respetivos hóspedes;
34. Serviços que garantam alojamento estudantil.
35. Atividades e estabelecimentos enunciados nos números anteriores, ainda que integrados em centros comerciais.
Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
O primeiro-ministro, António Costa (E), conversa com o ministro de Estado e das Finanças, João Leão (D), durante o debate e votação da proposta do orçamento suplementar para 2020, na Assembleia da República, em Lisboa, 17 de junho de 2020. MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Bruxelas agrava projeção de contração em Portugal para 9,8%

Comissão Europeia, Bruxelas (REUTERS)

Bruxelas revê estimativas. Economia da zona euro deverá recuar 8,7% em 2020

Mário Centeno


TIAGO PETINGA/LUSA

Centeno defende repensar das regras da dívida e do défice na UE

A lista dos estabelecimentos que podem ficar abertos