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ADSE define critérios para penalizar “más práticas” dos privados

( Jorge Amaral/Global Imagens )
( Jorge Amaral/Global Imagens )

A questão volta a ser discutida esta sexta-feira pelo Conselho Geral de Supervisão (CGS).

A ADSE elaborou uma lista de critérios que servirão de base à decisão sobre o alargamento dos acordos existentes ou a atribuição de novas convenções. Assim, os privados com “más práticas” de faturação serão penalizados, escreve o Jornal de Negócios, esta sexta-feira.

Em causa estão práticas como, por exemplo, a discriminação negativa dos beneficiários da ADSE em detrimento de beneficiários de seguros ou particulares, o aproveitamento das convenções para criar carteiras de clientes e passar os beneficiários para o regime livre ou a faturação de parte dos cuidados em regime livre e parte no convencionado. A questão volta a ser discutida esta sexta-feira pelo Conselho Geral de Supervisão (CGS).

Um dos critérios para celebrar novas convenções será o preço. A ADSE explica que irá haver uma ponderação positiva a prestadores que assegurem o preço mais económico.

A notícia é dada numa altura em que vários grupos privados ameaçaram suspender os acordos a partir de abril. Mas esta semana, o grupo José Mello Saúde, dono dos hospitais CUF, recuou na sua intenção de suspender com a ADSE a adesão ao regime de preços e as partes encontram-se em negociações. A Luz Saúde permanece em silêncio.

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