AEP: "Mantém-se aposta das empresas portuguesas nos EUA"

Paulo Nunes de Almeida diz não ter encontrado nada no discurso de Trump que anteveja alterações à relação Portugal-EUA.

A eleição de Donald Trump como presidente dos EUA não vai afetar a estratégia de internacionalização das empresas portuguesas naquele mercado, nem tal desígnio será especialmente afetado, defende Paulo Nunes de Almeida, presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP).

"Não encontrei nada no discurso de Trump que seja prejudicial às relações dos EUA com Portugal e às exportações das empresas portuguesas", considera o presidente da AEP, admitindo ser ainda "cedo para prever as consequências" deste resultado eleitoral norte-americano.

"As empresas portuguesas sabem que aquele é um mercado muito competitivo e com alguns desafios, inclusive a AEP tem um programa de apoio à internacionalização específico, mas não é por este resultado que as nossas empresas são perder competitividade nos EUA", refere Paulo Nunes de Almeida.

Apesar da "surpresa" do resultado eleitoral norte-americano, que o presidente da AEP compara "ao que tinha acontecido com o Brexit, em que as sondagens se enganaram", Nunes de Almeida recorda que, em jeito de reflexão, "este foi, novamente, um voto contra o politicamente correto e o que seria natural, que seria a continuação da liderança dos Democratas".

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