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Agricultura vai ter um hub digital

Aumento da população lança novos desafios à produção agrícola. Fotografia: Erik De Castro/Reuters
Aumento da população lança novos desafios à produção agrícola. Fotografia: Erik De Castro/Reuters

ISQ lança plataforma para unir empresas, escolas superiores e outras entidades, com o objetivo de potenciar o uso de tecnologias na agricultura

O primeiro hub digital para a agricultura em Portugal vai ser apresentado na próxima segunda-feira, dia 15, na sede da Confagri, em Lisboa, e vai chamar-se Hub4Agri. É uma iniciativa do ISQ e envolve mais de 15 entidades.

Através do Hub4Agri vai ser possível pôr em contacto os produtores agrícolas com quem tem as respostas tecnológicas para a digitalização da agricultura, sendo o hub, ele próprio um criador/fornecedor de soluções, segundo um comunicado do ISQ, coordenador da plataforma.

Integrada na estratégia nacional e europeia da digitalização da indústria, a nova ferramenta pretende chegar às necessidades da fileira agrícola, da agroindústria, da floresta, da produção animal e do desenvolvimento rural, com “soluções inovadoras”, capazes de potenciar a competitividade dos setores envolvidos, explica Pedro Matias, presidente do ISQ.

As redes de cooperação que se espera sejam criadas deverão ser suportadas em tecnologia compatível com a minimização dos impactos ambientais, aumentar a eficiência do uso dos recursos, assegurando a competitividade e produtividade do setor, lê-se no comunicado.

O ponto de partida para esta iniciativa parte do alerta das Nações Unidas para o facto de a população mundial poder atingir os 10 mil milhões de pessoas até 2050, e da necessidade de haver recursos alimentares que acompanhem esse crescimento, “com exigências de mais produtos por parte dos consumidores e de produtos cada vez mais saudáveis”, reforça Pedro Matias, assinalando tratar-se de um desafio “gigantesco”.

Entre as 15 entidades envolvidas no Hub4Agri estão a Confagri-Confederação Nacional das Cooperativas Agrícolas de Portugal, o Crédito Agrícola, as universidades de Évora e de Trás-os-Montes, os institutos politécnicos de Santarém, Viana do Castelo e Bragança, associações, empresas e laboratórios, entre outros.

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