AHRESP pede extensão das moratórias bancárias até junho de 2022

Associação que representa o setor da hotelaria e restauração considera urgente um plano de desconfinamento.

A AHRESP defende o prolongamento das moratórias bancárias até junho de 2022 e considera "urgente" um plano de desconfinamento para o setor de comércio, turismo e restauração. A Confederação Portuguesa de Comércio (CCP) tinha pedido igualmente que o Governo apresente um plano de desconfinamento e a reabertura da economia a partir de 17 de março, findo o atual Estado de Emergência. António Costa já prometeu apresentar um plano de desconfinamento no dia 11 de março.

"A AHRESP considera urgente o anúncio de um plano de desconfinamento", diz a associação que representa a hotelaria e restauração, defendendo ainda a prorrogação das moratórias bancárias e planos de amortização de médio e longo prazo.

"A AHRESP defende a prorrogação das moratórias bancárias até 30 de junho de 2022, apoiando assim a recuperação das empresas, seguidas de um plano de amortização de médio e longo prazo para todos os empréstimos que se encontram ao abrigo dessas moratórias", diz em comunicado.

Em setembro do ano passado, o Governo anunciou o prolongamento das moratórias bancárias até setembro de 2021.

No início de fevereiro, o ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, admitiu que o Executivo está a discutir o tema com o Banco de Portugal (BdP) e com a Associação Portuguesa de Bancos (APB). "Está a ser discutido não apenas a suspensão dos pagamentos que determinámos até setembro" mas a "extensão mesmo do prazo da dívida remanescente", disse num webinar sobre O Estado do Turismo.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de