AICEP: mais empregos e mais mercados

Irlanda, China, Brasil, EUA e UE no alvo da AICEP para 2017-19. O objetivo é atingir um peso de 50% das exportações no PIB entre 2020-25.

“O que mudou no mundo, nas nossas empresas e nas nossas exportações enquadra as linhas do novo plano estratégico da AICEP para 2017-19”, afirma Luís Castro Henriques, presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), que hoje deu a conhecer aos jornalistas as linhas mestras dessa estratégia.

Os grandes objetivos do plano passarão por "manter as exportações na rota de crescimento para atingir um peso de 50% do PIB entre 2020-25. Acreditamos que temos de ter um objetivo coletivo de país, que a agencia potencia e fomenta, para se chegar a essa meta".

Em matéria de investimento “vamos focar nos mercados prioritários, através da presença física direta e também através das redes Scouts, com pessoas espalhadas pelo mundo e que fazem angariação de investimento", explica Luís Castro Henriques, no dia em que a AICEP apresenta o seu plano estratégico.

“Nos mercados prioritários, a Irlanda é um deles, onde vamos reforçar a presença e estar de forma permanente, bem como vamos reforçar na China, onde já estamos em Pequim, Xangai e Macau." A agência quer ainda aproveitar o facto de Portugal estar a abrir um consulado em Cantão para se expandir.

A rede AICEP "cresceu durante o último mandato e hoje estamos onde deveríamos estar, o que vamos fazer são intervenções cirúrgicas". No caso da rede de Scouts - quadros da AICEP formados especificamente para se concentrarem apenas na captação de investimento - a aposta passa pelo Brasil, Europa e Estados Unidos". O Scout para o mercado europeu deverá estar em pleno funcionamento já no próximo ano, mas os restantes só em 2019 e 2020.

31 novos contratados

Para por em marcha este plano estratégico são precisas mais pessoas, estando prevista “a contratação de 31 pessoas”, avança o presidente, que se juntarão aos 450 trabalhadores que a instituição já tem. Uma ambição que tem de acautelar o facto do “orçamento da AICEP não ser reforçado para 2018”, ou seja, “algumas medidas poderão ter de ser colocadas só em 2019”.

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