Economia social

AIP promove diálogo entre a economia tradicional e a economia social

Centro de congressos de Lisboa. (Foto: Wikimedia Commons)
Centro de congressos de Lisboa. (Foto: Wikimedia Commons)

Portugal Economia Social acontece nos dias 10 e 11 de dezembro, das 09h00 às 18h00, no Centro de Congressos da Lisboa.

O empreendedorismo e a inovação social vão estar em debate nos próximos dias no Portugal Economia Nacional. O evento é o principal encontro nacional exclusivamente focado na disseminação das melhores práticas do setor da economia social. No âmbito da estratégia de responsabilidade social da Fundação AIP, o encontro acontece nos dias 10 e 11 de dezembro, das 09h00 às 18h00, no Centro de Congressos da Lisboa.

Face às mudanças associadas à transformação digital e à sustentabilidade, “o Portugal Economia Social tem como objetivo promover o diálogo e a interação entre a economia tradicional e a economia social, para dar visibilidade às melhores práticas e a projetos inovadores, estabelecer redes e parcerias, nacionais e internacionais, entre os diferentes agentes, promover o desenvolvimento local e regional, naturalmente com o foco no empreendedorismo e na inovação social”, conta ao Dinheiro Vivo, Marina Calheiros, Exhibitions Manager da Fundação AIP.

A responsável aponta ainda que a economia social gera um valor acrescentado bruto (VAB) de 3% dos VAB da economia e emprega mais de 260 mil pessoas, “apresentando uma dinâmica de crescimento superior ao da média da economia portuguesa”.

O encontro destina-se a municípios, empresas e outras entidades que apoiam projetos sociais. “No evento, contamos também com empresas que têm produtos e serviços para este sector e que podem, e devem, estar presentes para apresentar as suas propostas”, adianta Marina Calheiros.

Esta edição do encontro vai focar-se em três grupos temáticos: ambiente e territórios, papel social das empresas e financiamento e investimento.

“Temos que ter em conta que a economia social está neste momento em áreas tão importantes como a saúde, ensino, apoio ao segmento etário sénior, assim como a outras populações mais vulneráveis.”

Marina Calheiros não descarta a hipótese de internacionalizar o Portugal Economia Social em “mercados onde o nosso modelo seja replicável”. Mas, para já, o objetivo é consolidar o evento de acordo com as exigências do mercado nacional.

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