A economista-chefe do FMI, Gita Gopinath, ascende a n.º 2 da organização

A atual economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Gita Gopinath, que deveria sair da instituição em janeiro para regressar à universidade de Harvard, afinal fica e vai ser a 'n.º 2' da organização.

Dinheiro Vivo/Lusa
(FILES) In this file photo Gita Gopinath, the Chief Economist of the International Monetary Fund, speaks with AFP outside of their headquarters in Washington, DC on October 13, 2020. - The global economy is expected to see a strong rebound this year but the coronavirus crisis is causing severe damage, IMF chief economist Gita Gopinath said on January 26, 2021."Now at $22 trillion, the projected cumulative output loss over 2020 to 2025, relative to the pre-pandemic projected levels remains substantial," Gopinath told reporters. (Photo by ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP) © AFP

O anúncio foi feito pelo FMI, em comunicado, e significa que Gopinath, que celebra o seu 50.º aniversário na próxima semana, vai substituir no cargo de diretor-adjunto Geoffrey Okamoto, que vai sair do fundo.

Deverá assim ser a segunda mulher no cargo, depois da norte-americana Anne Krueger (2001-2006).

"Penso que Gita -- reconhecida universalmente como uma das principais macroeconomistas mundiais -- possui a capacidade de que precisamos", comentou a diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, no texto do FMI.

"Com efeito, as suas competências particulares, combinadas com os seus anos de experiência no fundo, enquanto economista-chefe, tornam-na particularmente qualificada. É a pessoa indicada no momento certo", opinou.

Gita Gopinath nasceu e cresceu na Índia, antes de acabar os seus estudos nos EUA, onde obteve a sua segunda nacionalidade.

Geoffroy Okamoto, de 36 anos, antigo dirigente do Tesouro dos EUA, tinha sido escolhido por Georgieva em março de 2020, para substituir David Lipton.

No Tesouro, tinha estadi com os pelouros das finanças internacionais e do desenvolvimento, da supervisão dos mercados financeiros internacionais e da gestão das relações com os membros do Grupo dos 7 (G-7) e do 20 (G-20).

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