Presidente do IEFP abandona cargo após polémica com subsídio de desemprego

O Ministério do Trabalho adiantou ao 'Negócios' que aceitou o pedido de demissão de Maria Adelaide Franco, depois das dúvidas legais levantadas por ter acumulado subsídio de desemprego com atividades "pontuais" para a sua empresa.

Dinheiro Vivo
Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho, já recebeu a proposta da Cresap com a lista dos finalistas para os lugares de presidente e vogal do conselho directivo do IEFP. © ANTÓNIO COTRIM/LUSA

A presidente do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), Maria Adelaide Franco, pediu a demissão esta quinta-feira e o Governo aceitou, avançou ao Negócios fonte oficial do Ministério do Trabalho. O diário económico noticia, porém, que o Governo não revelou o conteúdo do parecer do Instituto da Segurança Social (ISS) sobre as dúvidas legais levantadas pelo seu caso, devido à acumulação de subsídio de desemprego com atividades que descreve como "pontuais" e não remuneradas para a empresa Mindsetplus que a despediu, e da qual é sócia.

Ao Negócios, o Executivo esclareceu ainda que estão a ser "agendadas entrevistas" para a substituir, bem como para o cargo de vogal da instituição.

De acordo com o Público, e com base na informação disponibilizada no site da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (Cresap), já foi enviada ao Ministério do Trabalho a proposta com a lista de finalistas para os lugares de presidente e vogal do conselho directivo do IEFP, contudo, não são conhecidos os nomes dos selecionados nem a data em que tal sucedeu.

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