Ana Mendes Godinho: "Precisamos de continuar a proteger as pessoas e relançar a economia"

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social frisou que a dimensão da resposta à pandemia mostrou a importância do Estado Social.

No segundo e último dia do debate na generalidade do Orçamento do Estado para 2021, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social começa por atacar o PSD sobre quem desiste neste momento de pandemia. "Precisamos de continuar a proteger as pessoas e relançar a economia", começa por afirmar Ana Mendes Godinho.

A governante lembra a recuperação do rendimento dos portugueses desde 2015, longe "da austeridade" dos anos anterior.

"Vivemos tempos em que ninguém estava preparado em nenhuma parte do mundo", declara Ana Mendes Godinho. A dimensão da resposta mostrou a importância do Estado Social - "primeira linha de resposta", frisa a ministra.

Ana Mendes Godinho lembra que os "apoios chegaram a 2,6 milhões de pessoas com e dois mil milhões de euros de isenções contributivas". A ministra lembra que há mais 1,6 mil milhões de euros no Orçamento da Segurança Social em 2021.

"Garantir o apoio às famílias que o estado não pode deixar para trás. Negar este apoio seria negar o propósito da sociedade solidária, coesa e justa", sublinha a ministra.

"Recusar estas políticas é colocar-se do lado errado da História", avisa Ana Mendes Godinho

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social dirige-se para o Bloco de Esquerda e avisa que "recusar estas políticas urgentes e necessárias é colocar-se do lado errado da História", numa referência ao voto contra dos bloquistas.

"É um Orçamento que não se limita a responder à emergência com investimentos estruturais", acrescenta Ana Mendes Godinho, lembrando a nova prestação social para 258 mil pessoas e a subida para 501 euros o mínimo do subsídio de desemprego.

"Estas são medidas necessárias e urgentes que têm de chegar ao terreno em 2021. As esquerdas uniram-se nos últimos anos contra a deriva austeritária", frisou a governante.

"Escolhas erradas já tivemos nas crises passadas e sabemos onde isso nos levou", avisou a ministra do Trabalho.

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