OE suplementar

Aprovado o Orçamento Suplementar apenas com o voto a favor do PS

O primeiro-ministro, António Costa (E), ladeado pelo ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira (D), durante o debate parlamentar que antecede a votação do texto final apresentado pela Comissão de Orçamento e Finanças que aprova o Orçamento Suplementar para 2020, na Assembleia da República, em Lisboa, 03 de julho de 2020. O parlamento deverá aprovar hoje, em votação final global, a proposta de orçamento suplementar, que se destina a responder às consequências económicas e sociais provocadas pela pandemia de covid-19. MIGUEL A. LOPES/LUSA
O primeiro-ministro, António Costa (E), ladeado pelo ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira (D), durante o debate parlamentar que antecede a votação do texto final apresentado pela Comissão de Orçamento e Finanças que aprova o Orçamento Suplementar para 2020, na Assembleia da República, em Lisboa, 03 de julho de 2020. O parlamento deverá aprovar hoje, em votação final global, a proposta de orçamento suplementar, que se destina a responder às consequências económicas e sociais provocadas pela pandemia de covid-19. MIGUEL A. LOPES/LUSA

PSD e Bloco de Esquerda abstiveram-se. PS votou a favor e restantes bancadas contra, incluindo o PCP. Joacine Katar Moreira falhou votação.

O parlamento aprovou esta sexta-feira, dia 03 de junho, em votação final global, a proposta de orçamento suplementar, para responder às consequências económicas e sociais provocadas pela pandemia de covid-19.

O documento foi viabilizado apenas com os votos a favor do PS, a abstenção do PSD, do BE e do PAN e contra das restantes bancadas.

O diploma, que prevê uma queda do produto de 6,9% e necessidades de financiamento extra na ordem dos 13 mil milhões de euros, tinha sido aprovado na generalidade no dia 17 de junho, apenas com os votos contra do CDS-PP, Chega e Iniciativa Liberal. As previsões do Ministério das Finanças aponta ainda para um défice de 6,3% do produto interno bruto (PIB) e a dívida pública deverá atingir os 134,4% do PIB, um valor recorde.

Na fase das intervenções dos partidos, o Bloco de Esquerda e o PCP acusaram o Governo de aproximação ao PSD, num “jogo de sombras” entre socialistas e sociais-democratas acusou o líder da bancada parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares.

Notícia atualizada às 11h10

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