OCDE

Atividade económica desacelera na OCDE e em Portugal

Secretário-geral da OCDE, Jose Ángel Gurria.
(EPA/THOMAS PETER / POOL)
Secretário-geral da OCDE, Jose Ángel Gurria. (EPA/THOMAS PETER / POOL)

O indicador compósito avançado para Portugal voltou a cair em outubro, pelo 12º mês consecutivo.

A atividade económica na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) como um todo e em Portugal deverá continuar a desacelerar, segundo indicadores da organização divulgados esta segunda-feira.

Os Indicadores Compósitos Avançados da OCDE, que antecipam de seis a nove meses pontos de viragem na atividade económica, também continuam a apontar para uma desaceleração em Portugal, na zona euro como um todo incluindo Alemanha, França e Itália, no Reino Unido e no Canadá.

O indicador compósito avançado para Portugal voltou a cair em outubro, pelo 12.º mês consecutivo, ao situar-se em 99,39 pontos, menos 17 centésimas do que no mês anterior e abaixo do nível 100 que marca a média de longo prazo.

Também abaixo do nível 100, o indicador para a zona euro, que está a cair há 11 meses, desceu em outubro para 99,49 pontos, menos 15 centésimas.

Sinais similares de desaceleração também estão a surgir nos Estados Unidos, refere a OCDE, adiantando que no Japão os Indicadores Compósitos Avançados continuam a apontar para a estabilidade.

Entre as maiores economias emergentes, os Indicadores continuam a apontar para um crescimento estável para o setor industrial da China, com sinais similares a emergirem agora na Índia.

No Brasil e na Rússia, os Indicadores da OCDE continuam a antecipar desaceleração do crescimento.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Carlos Costa, Governador do Banco de Portugal

BES: Processos contra Banco de Portugal caem para metade

O primeiro-ministro, António Costa, gesticula durante o debate quinzenal na Assembleia da República, em Lisboa, 19 de março de 2019. ANTÓNIO COTRIM/LUSA

António Costa: “Portugal vai continuar a crescer acima da média europeia”

Fotografia: MANUEL DE ALMEIDA/ LUSA

Rendas na energia: João Matos Fernandes encontrou “ambiente crispado”

Outros conteúdos GMG
Conteúdo TUI
Atividade económica desacelera na OCDE e em Portugal