Habitação

Avaliação das casas sobe para 1220 euros e bate novo recorde

Vistas de Lisboa.
(Leonardo Negrão / Global Imagens)
Vistas de Lisboa. (Leonardo Negrão / Global Imagens)

Os números foram publicados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

A avaliação bancária das casas subiu para 1220 euros por metro quadrado em dezembro do ano passado, mais cinco euros do que no mês anterior. Em relação ao mesmo mês de 2017, o aumento foi de 70 euros, ou 6,1%. Os valores são calculados com base nos pedidos de crédito para a compra de casa.

Em 2018, destaca o INE, o valor médio de avaliação das casas foi de 1 192 euros por metro quadrado, o que se traduz num aumento de 5,8% em comparação com 2017.

A avaliação bancária das casas tem subido todos os meses desde abril de 2017.

O valor atribuído aos apartamentos teve a subida mais acentuada, tendo aumentado sete euros num mês, para os 1284 euros. Já a avaliação das moradias subiu quatro euros para 1119 euros por metro quadrado.

A nível regional foi na Madeira que os preços mais subiram em dezembro (1,4%). Só na região Centro é que se verificou uma queda dos valores, de 0,2%.

Algarve, Lisboa, Madeira e Litoral Alentejano continuam a registar valores acima da média nacional.

Nos 12 meses do ano que passou, a avaliação bancária das casas subiu 5,8%, o que se traduz num aumento face aos 5% já registados em 2017. Nenhuma região do país escapou à subida, mas foi no Algarve e no Norte que as instituições de crédito mais acentuaram o valor atribuído às habitações, com aumentos superiores a 7%.

Na cidade de Lisboa, a avaliação do metro quadrado em dezembro foi de 2193 euros, um aumento de 32 euros face a novembro e de 52 euros em relação ao mesmo mês de 2017.

No Porto o valor atribuído às habitações também aumentou. Em dezembro o metro quadrado estava avaliado em 1849 euros, o que se traduz num aumento de oito euros num mês e de 250 euros em comparação com dezembro de 2017.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
Presidente do Conselho de Finanças Públicas (CFP), Nazaré da Costa Cabral. MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Linhas de crédito anti-covid ainda podem vir a pesar muito nas contas públicas

Fotografia: Fábio Poço/Global Imagens

Apoio a rendas rejeitado devido a “falha” eletrónica

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho. RODRIGO ANTUNES/LUSA

Só 789 empresas mantiveram lay-off simplificado em agosto

Avaliação das casas sobe para 1220 euros e bate novo recorde