Ambiente

Bruxelas destina 243 milhões ao investimento no ambiente

bruxelas

O pacote de investimento faz parte do orçamento da UE para 142 projetos no âmbito do programa ambiental LIFE, cabendo 6,4 milhões a Portugal.

A Comissão Europeia aprovou um pacote de investimento de 243 milhões de euros do orçamento da União Europeia (UE) para 142 projetos no âmbito do quadro do programa ambiental LIFE, cabendo 6,4 milhões a Portugal.

Portugal coordena projetos do programa LIFE, no valor de 6,4 milhões, sendo a rubrica ‘Natureza e Biodiversidade’ a que recebe a maior fatia do financiamento (3,9 mil milhões de euros), para iniciativas sobre proteção das plantas endémicas dos Açores do risco de extinção (LIFE Vidalia) e a proteção dos lobos (LIFE WolFlux).

Uma verba de 1,1 milhões de euros foi atribuída ao projeto de redução da pegada ambiental dos artigos de calçado (LIFE GreenShoes4All), na rubrica “Ambiente e eficiência na utilização dos recursos”.

A iniciativa para incentivar a poupança de água em Évora (LIFE Água de Prata — batizado com o nome do aqueduto romano que abastecia a cidade) vai ser financiada num montante de 1,4 milhões de euros.

Do total de 243 milhões de euros, uma verba de 196,2 milhões destina-se a projetos no domínio do ambiente e da eficiência dos recursos, da natureza e da biodiversidade, bem como da governação e da informação em matéria de ambiente.

A este montante somam-se, no domínio da ação climática, 46,8 milhões de euros que a UE investirá para apoiar a atenuação das alterações climáticas, a adaptação, a governação e projetos de informação.

Desde a sua criação, em 1992, o programa já cofinanciou mais de 4.600 projetos em toda a UE e em países terceiros, mobilizando perto de 10 mil milhões de euros e disponibilizando mais de 4,2 mil milhões de euros para a proteção do ambiente e o clima.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Angel Gurría, secretário-geral da OCDE, e Pedro Siza Vieira, ministro da Economia. Fotografia: Diana Quintela/ Global Imagens

Fosso entre custo das casas e rendimento tem maior agravamento da OCDE

Angel Gurría, secretário-geral da OCDE, e Pedro Siza Vieira, ministro da Economia. Fotografia: Diana Quintela/ Global Imagens

Fosso entre custo das casas e rendimento tem maior agravamento da OCDE

JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Eleições europeias: 11,56% dos eleitores votaram até ao meio-dia

Outros conteúdos GMG
Bruxelas destina 243 milhões ao investimento no ambiente