Câmara de Pombal investe 2,5 milhões de euros na requalificação do centro

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A Câmara de Pombal vai investir 2,5 milhões de euros na requalificação do largo do Cardal e zona envolvente, no centro histórico, informou hoje o vereador Michael António.

A segunda fase das obras de requalificação do centro histórico de Pombal, que começou esta semana, terá um financiamento de 75% e deverá estar concluída no início do verão, “a tempo das festas do Bodo”.

O autarca admite que o prazo possa não ser cumprido, caso sejam encontrados vestígios arqueológicos, porque a zona de intervenção abrange um antigo adro de um convento, o que obriga a que os trabalhos tenham o acompanhamento de arqueólogos.

O projeto foi pensado de forma a “redesenhar” a cidade, tornando-a “mais urbana, moderna e atrativa” para quem a visita.

Michael António adiantou que a requalificação do espaço foi pensada para ser “versátil”. “Os materiais utilizados vão permitir que, no futuro, possa haver uma escolha pedonal ou rodoviária, sem custos adicionais.”

Em toda esta zona desaparecem os passeios com uma quota elevada, mantendo-se o pavimento ao mesmo nível. A autarquia vai ainda testar a inversão do sentido da circulação rodoviária em algumas vias.

O largo do Cardal terá um estacionamento “stop and go” para garantir as acessibilidades ao hotel e à farmácia, um espaço de lazer coberto e um quiosque “moderno”, que integrará os sanitários públicos e os engraxadores, atualmente no jardim do Cardal.

Os plátanos existentes serão substituídos por liquidambares e gravílias, espécies que foram determinadas pelo Igespar – Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, que “deu parecer favorável” ao arranque das atuais árvores, salientou o vereador.

“Esta intervenção urbanística dará melhor qualidade de vida à população e irá contribuir para a renovação da rede de água, gás natural, telefone e televisão. Os cabos elétricos serão enterrados. Não teremos fios de cabos aéreos e a iluminação pública será modernizada, bem como todo o mobiliário urbano”, garantiu Michael António.

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