Capital do Móvel

Capital do Móvel supera expectativas com vendas superiores a 1 milhão

D.R.
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Setor do mobiliário continua em rota ascendente com as exportações a atingirem os 816 milhões de euros nos primeiros cinco meses do ano

A 49ª edição da Capital do Móvel superou as expectativas da Associação Empresarial de Paços de Ferreira ao ter ultrapassado a fasquia de um milhão de euros em volume de negócios realizados durante a semana da feira. O volume de negócios nessa semana atingiu os 1,2 milhões de euros (na última edição, em abril, tinham sido 1 milhão de euros).

De acordo com a organização do certame “os expositores estão otimistas em relação aos negócios que poderão ser concretizados no período pós-feira, reforçando assim o bom momento do setor, alavancado pelas exportações e pelo aumento do crédito concedido para aquisição de casa própria”.

“Paços de Ferreira continua a contribuir positivamente para os números do setor, com um crescimento sustentado na ordem dos 12%, nos últimos 5 anos”, referiu João Pedro Begonha, diretor executivo da Associação Empresarial de Paços de Ferreira (AEPF).

Dados da AEPF revelam que, nos primeiros 5 meses do ano, o volume das exportações atingiu os 816 milhões de euros, sendo que a perspetiva é de fechar o ano em alta relativamente a 2016.

Quanto aos visitantes do certame, os estrangeiros continuam a ser maioritariamente espanhóis e franceses, sendo que este ano a organização detetou um aumento de visitantes generalistas e um decréscimo dos profissionais.

A Capital do Móvel apresenta as principais novidades da fileira casa – móveis, iluminação e decoração – do clássico ao moderno, passando pelo rústico e pelo contemporâneo, o estilo dos móveis em exibição adapta-se ao gosto dos visitantes. Os complementos também não faltam: além da decoração, podem encontrar-se no evento produtos para o jardim, colchoaria, eletrodomésticos.

E de acordo com a organização “a presença do mobiliário nos principais mercados internacionais é, aliás, a imagem da campanha de promoção desta feira, a qual brinca com o facto de muitos portugueses terem deixado de vir a Paços de Ferreira, enquanto cada vez mais estrangeiros procuram a qualidade e o design do mobiliário da região”.

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