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Católica é a melhor ‘Business School’ em Portugal

Foto: Paulo Spranger/Global Imagens
Foto: Paulo Spranger/Global Imagens

A escola portuguesa destaca-se no ranking do Financial Times há mais de dez anos.

Apesar de ter caído duas posições face ao ano anterior, a Católica Lisbon School of Business & Economics volta a destacar-se nos Rankings Globais do Financial Times. A Católica foi considerada em 2018 a melhor Escola de Negócios a nível nacional.

Fazem ainda parte do ranking as portuguesas Nova School of Business and Economics (30.º), Porto Business School (62.º) e ISCTE Business School (63.º). Portugal já é o quinto país com mais escolas no ranking, atrás de França, Reino Unido, Alemanha e Bélgica.

Depois de terem sido avaliadas 95 Escolas de Negócios em toda a Europa, a Católica foi classificada em 28.º lugar, “destacando-se de forma contínua como uma grande formadora de líderes, com acentuada supremacia na formação de Executivos e os programas de Mestrado a subirem consistentemente de posição nos rankings parciais”, salienta a instituição em comunicado.

Para Nuno Fernandes, diretor da Católica Lisbon School of Business & Economics, “para além da posição que ocupamos nos rankings, que muito nos honra, é motivo de grande orgulho verificar o impacto positivo daquilo que fazemos, e como a excelência e a qualidade do ensino e investigação da nossa Escola, são rampa de lançamento de um brilhante futuro profissional dos nossos alunos, o que nos torna também na sua primeira escolha para formação enquanto Executivos”.

São vários os fatores que contribuem para a reputação internacional da escola. Destaca-se a capacidade de atração de talento a nível do corpo docente e estudantil, a diversidade da oferta formativa. Outro ponto a favor prende-se com internacionalidade da escola, com 43% de professores e cerca de 50% de alunos estrangeiros.

“Igualmente importante é a confiança do mercado de trabalho nos nossos graduados, que se manifesta em valores de empregabilidade ímpares – 92% dos alunos colocados no mercado de trabalho nacional e internacional em menos de 3 meses, bem como nos níveis de progressão de carreira num prazo de 3 anos (9º lugar a nível mundial)”, pode ler-se.

Procura pela Nova quadruplica

A Nova SBE, apesar ter caído cinco lugares no ranking face a 2017, mantém-se no top 30 das melhores escolas de gestão. Daniel Traça, Dean da instituição, sublinha que nos últimos sete anos a escola “quadriplicou a sua procura nos seus mestrados, onde mais de 40% são internacionais”. O resposnável acredita que a mudança para o novo campus em Carcavelos “promete um futuro de melhoria, um futuro que irá reforçar a nossa principal missão de atrair talento, produzir e partilhar conhecimento”.

A Nova SBE tem este ano de 20 novos programas de Formação de Executivos, “onde seguramente os resultados serão visíveis num futuro próximo”, sublinha Daniel Traça.

Equilíbrio de género e empreendedorismo no ISCTE

Já a ISCTE Business School é a quarta instituição portuguesa na lista do Financial Times, ocupando o lugar 63, tendo escalado 17 posições face a 2017, a quarta maior subida do ranking e a única, entre as escolas nacionais, que melhorou a classificação.

“Esta distinção culmina um ano de sucesso ao nível dos FT Rankings, depois da escola ter alcançado, em junho, a 27ª posição na lista dos melhores Mestrados em Finanças e, em setembro, a 77ª posição na lista dos melhores Mestrados em Gestão”, lê-se numa nota enviada pelo ISCTE.

A ISCTE BUsiness School “é uma das escolas com maior equilíbrio de género no corpo docente (47% do sexo feminino) e pertence ao grupo restrito das escolas em que a totalidade dos docentes possui habilitações ao nível do doutoramento”, realça o mesmo comunicado.

Citado na nota, José Paulo Esperança, Diretor da ISCTE Business School, sublinha que “muitos fatores têm contribuído para esta afirmação internacional, mas não podemos esquecer que a IBS é a única escola de gestão pública, acreditada internacionalmente, no concelho de Lisboa, tirando o máximo partido da atratividade atual da cidade”.

Destaca ainda o empreendedorismo como “fator diferenciador”, dando o exemplo da entrada em bolsa da Science4You, “uma empresa que nasceu no seio da escola”.

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