Eleições legislativas 2019

CDS.Estatuto de benefício fiscal é a melhor forma de ajudar o interior

A líder do CDS-PP, Assunção Cristas, em entrevista à agência Lusa a cerca de um mês das eleições legislativas. Foto: ANTÓNIO COTRIM/LUSA
A líder do CDS-PP, Assunção Cristas, em entrevista à agência Lusa a cerca de um mês das eleições legislativas. Foto: ANTÓNIO COTRIM/LUSA

A líder do CDS, Assunção Cristas, defendeu hoje, na Covilhã, que a criação de um estatuto de benefício fiscal para o interior é a melhor forma de pagar a “dívida” que o país tem para com esses territórios.

“A maior dívida para o interior do país é a dívida que tem que ver com a população, com o envelhecimento profundo do interior do país, com a falta de crianças a nascerem (…) e na visão do CDS essa dívida salda-se trazendo atividade económica para o interior do país, garantido um estatuto de benefício fiscal para o interior”, afirmou.

Assunção Cristas falava no Centro Interpretativo da Cereja, na localidade do Ferro, concelho da Covilhã, distrito de Castelo Branco, onde hoje participou numa ação de pré-campanha para as eleições legislativas de 06 de setembro.

Acompanhada da cabeça de lista do CDS ao círculo eleitoral de Castelo Branco, Assunção Vaz Pato, e por Adolfo Mesquita Nunes, vereador na Câmara da Covilhã, entre outros membros locais do CDS, a líder centrista não esqueceu as preocupações do território que estava a visitar e fez questão de lembrar que o CDS tem várias propostas para ajudar os que lá vivem e atrair outros.

Questionada pelos jornalistas sobre se partilha a ideia de que o país tem uma dívida para com o interior, Assunção Cristas confirmou e sublinhou que é por isso que o CDS propõe “criar condições para que quem está se sinta valorizado” e para que outros sintam que “vale a pena” fixarem-se nesses territórios porque “há oportunidades a serem criadas”.

Colocando a tónica no estatuto de benefício fiscal para o interior proposto pelo CDS, sublinhou que este agrega medidas como a redução para metade da taxa do Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRS) ou a aplicação de uma taxa de 10% para o Impostos sobre o Rendimento de pessoas Coletivas (IRC), bem como descontos nas portagens.

“Isto só para vos falar de três medidas que nós achamos que deve ser negociada com Bruxelas”, apontou, reiterando que é importante apostar numa aliança com o mundo rural e melhores condições de vida.

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