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CDS-PP elogia ação do Governo na economia social e ataca PS

Nuno Magalhães
Nuno Magalhães

O líder parlamentar do CDS-PP, Nuno Magalhães, elogiou hoje a ação do Governo na economia social e acusou o PS de promover “embustes” sobre esta matéria e de deixar dívidas de seis milhões de euros às instituições.

Nuno Magalhães acusou o anterior Governo PS de ter deixado “uma pesada herança” na área social, um setor “economicamente relevante” que representa “cerca de 5,5 por cento do emprego remunerado” em Portugal.

Durante o debate quinzenal, Nuno Magalhães rejeitou que o programa de emergência social não tenha concretização orçamental, considerando que “esse é o primeiro embuste do PS”.

“Há ou não um programa de emergência social? O mercado social de arrendamento, a bolsa de medicamentos, aumento das pensões mínimas, 6 milhões de euros, a majoração do subsídio de desemprego para casais desempregados, quase 1 milhão de euros, o reforço da verba da ação social, 2,5 milhões de euros, o fundo de socorro social, 1,5 milhões de euros, programa de emergência alimentar, 2,5 milhões”, sublinhou.

Nuno Magalhães disse que o PS promove um “segundo embuste” quando afirma que “o Governo é mais `troikista” do que a `troika””, argumentando que foi o Governo PSD/CDS-PP que alterou o memorando de entendimento para evitar que as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) “fossem obrigadas a pagar IRC e também a reembolsar o pagamento do IVA na sua totalidade”.

“Já para não falar das dívidas de seis milhões de euros que desde 2008 persistiam”, criticou, dirigindo-se ao deputado do PS Pedro Marques, ex-secretário de Estado da Segurança Social, pasta atualmente tutelada pelo democrata-cristão Pedro Mota Soares.

Na resposta, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, reforçou as críticas deixadas pelo CDS-PP ao anterior Governo, afirmando que a política “foi prosseguida anos a fio com a convicção de quem estava a oferecer pobreza a prazo”.

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