Centeno: "Indicadores já faziam prever aceleração da economia"

Governo rejeita surpresa com crescimento da economia no terceiro trimestre e reforça promoção das condições para acelerar a confiança e o PIB

O Produto Interno Bruto nacional avançou 1,6% no terceiro trimestre ano, superando todas as estimativas dos analistas. Portugal foi, inclusivamente, o País que mais cresceu na zona euro mas, para o ministério das Finanças a surpresa é, afinal, pequena.

"Ainda que constituindo excelentes notícias para todos os agentes económicos, estes dados não surpreendem", refere o gabinete de Mário Centeno em comunicado, acrescentando que "os indicadores de confiança, coincidentes e avançados de várias instituições já faziam prever uma aceleração da atividade económica".

O ministério das Finanças lembra que "o crescimento foi sustentado nas componentes externa e interna e no forte crescimento do emprego", realçando que "a confiança e o emprego são os dois pilares do modelo de crescimento equilibrado que Portugal deve seguir".

Na reação que se faz acompanhar do gráfico acima, o governo acentua ainda, ao nível do emprego, a redução de 43 mil desencorajados desde o terceiro trimestre de 2015, que acompanha a saída de 112 mil pessoas do desemprego, "47% entre os mais jovens", até aos 35 anos.

"O crescimento da população com participação ativa no mercado de trabalho – empregados mais desempregados – é um dos mais positivos desenvolvimentos da economia portuguesa", refere o ministério, que não esquece "o esforço das empresas e trabalhadores portugueses" que ajuda a consolidar "o sucesso" da economia.

"Isto mesmo é revelado no crescimento harmonioso do consumo privado e das exportações", refere a equipa de Mário Centeno.

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