Como montar o seu negócio em 5 passos

Curso começa em maio
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“Os portugueses ainda são vistos como humildes e trabalhadores.
Os holandeses também são trabalhadores, mas perceberam que a
inteligência vende mais que o suor. Este é o momento de nos
mostrarmos ao Mundo e deixarmos de ser humildes. Já nem o fado é
triste como antigamente”, afirma João Catalão, CEO do Instituto
de Negociação e Vendas. Ele já trabalhou nos cinco continentes na
área das vendas e é um especialista em coaching e marketing, entre
outras áreas.

70 pessoas apresentaram candidaturas ao IEFP para lançar o seu próprio negócio. Leia aqui

O seu mais recente livro chama-se “UAU me!”. Veio
hoje ao INEO Weekend, no Instituto Pedro Nunes (IPN), em Coimbra,
para deixar cinco conselhos sobre a melhor forma de pensar e montar
um negócio.

Com 55 anos de idade e iniciou a sua atividade em 1976. Estudou
engenharia, administração e marketing, filosofia, foi administrador
da Dan Cake e é dono do grupo de empresas Business Up. Viaja pelo
mundo para dar palestras sobre motivação. “Vim ao IPN para ouvir
estes jovens, aconselhá-los e continuar a acreditar que o futuro do
país será melhor. Não há nenhum professor doutor entre os mais
ricos. Porquê? Porque complicam”.

João Catalão adiantou ao Dinheiro Vivo os
cinco passos para montar um negócio que vai apresentar amanhã a
todos os empreendedores.

1. A abordagem é fundamental. Como ponho o
mercado a olhar para mim? O mercado não compra o vulgar. Como posso
surpreender? Eis algumas das questões que os jovens empreendedores
devem ter em conta. Quando, como (parcerias?), porquê e para quê
(estratégia)? O que vai captar a atenção no meu projeto?

2. Sensibilizar é provar o valor do conceito a
quem quero vender
. Eu chamo a isto má consciência. Eu mostrei o
valor e agora sensibilizo para passar à fase seguinte: a venda. A
palavra venda significa dar e receber.

3. Proporcionar experiências. Sabe que 90% dos
produtos alimentares falhados no mercado não foram provados por
nenhum consumidor antes? Quando vamos comprar um carro, não queremos
experimentá-lo?

4. Motivar é tomar qualquer tipo de iniciativa
que leve a pessoa a pensar “por que não esta solução?” Temos
de mostrar que o benefício é superior ao custo, podendo passar a
investimento. Maximiza o que dás e minimiza o que pedes. Ninguém
recusa um negócio se o benefício for superior ao custo.

5. Dar o estatuto à outra parte que lhe
proporcione as condições para ser ela a concretizar o
negócio. É o ponto da decisão. Não queiram vender as vossas
soluções. Sejam só facilitadores da decisão do destinatário. É
uma inversão de papéis. A pessoa tem de sentir que foi ela a tomar
a decisão de compra.

(Texto originalmente escrito a 16/3/2012, atualizado a 20/5/2013)

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