União Europeia

Conselho dá ‘luz verde’ ao colégio de comissários de Ursula von der Leyen

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia. Fotografia: Francois Lenoir/Reuters
Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia. Fotografia: Francois Lenoir/Reuters

O Conselho da UE assinala que este aval "abre caminho para o voto de consentimento no Parlamento Europeu da Comissão como um todo".

O Conselho da União Europeia (UE) deu hoje ‘luz verde’ ao novo colégio de comissários da presidente eleita da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, cabendo agora ao Parlamento Europeu dar o aval final antes da entrada em funções.

“O Conselho adotou hoje uma nova lista de nomes que propõe como membros da Comissão até 31 de outubro de 2024”, informa aquela estrutura, onde estão representados os Estados-membros, em comunicado.

O Conselho da UE assinala que este aval “abre caminho para o voto de consentimento no Parlamento Europeu da Comissão como um todo”.

O Parlamento Europeu reúne-se a partir de hoje na cidade francesa de Estrasburgo, numa sessão plenária marcada pela votação, na quarta-feira, da “Comissão von der Leyen”, que deverá entrar em funções em 01 de dezembro.

A assembleia europeia vota na quarta-feira a Comissão Europeia liderada pela alemã Ursula von der Leyen, logo depois de esta apresentar o seu colégio de comissários e o respetivo programa, que debaterá com os eurodeputados.

Entre os comissários designados está a portuguesa Elisa Ferreira, que ficará com a pasta da Coesão e Reformas.

A votação surge depois de o Parlamento Europeu ter dado por concluído, na semana passada, o processo de audições aos comissários designados, um processo mais demorado do que inicialmente previsto, já que três Estados-membros tiveram de apresentar novos nomes para o colégio, depois de a assembleia ter rejeitado os primeiros nomes apontados por França, Hungria e Roménia.

Tal reprovação levou a um atraso no início de funções da Comissão Von der Leyen, forçando o atual executivo de Jean-Claude Juncker a prolongar o seu mandato por um mês.

Ausente deste colégio de comissários está o Reino Unido, que se negou até ao momento a apresentar um nome devido às eleições legislativas britânicas do próximo mês.

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