Coronavírus

Construção e imobiliário quer linha de crédito específica

Fotografia: D.R.
Fotografia: D.R.

A CPCI elenca um conjunto de prioridades para apoiar as empresas, como a suspensão do pagamento de impostos, incluindo o IMI e o AIMI.

A CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário reclama um conjunto de medidas que considera “prementes e indiscutíveis” para as empresas da fileira de forma a combater o impacto desta pandemia no setor, com especial foco na criação de uma linha de crédito específica para a fileira.

A confederação pede uma linha de crédito específica para a construção e imobiliário, sugerindo que o Governo recorra aos instrumentos financeiros europeus, e com uma taxa máxima de 1% de juros.

Em comunicado, a CPCI elenca um conjunto de prioridades para apoiar as empresas, nomeadamente a suspensão do pagamento de impostos, incluindo o IMI e o AIMI, até ao final do ano, ajudas financeiras para os encargos com o pessoal, e fazer chegar liquidez de forma imediata às empresas.

“Apesar de ainda não ser possível apurar a real dimensão desta situação extraordinariamente séria e grave, as consequências imediatas sobre a generalidade das empresas são já muito significativas”, afirma a CPCI.

A Confederação da Construção e Imobiliário adianta que já alertou o Governo para “os efeitos desta crise sem precedentes, que poderá conduzir a um desastre absoluto, para esta fileira”, que emprega mais de 600 mil pessoas.

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