Emprego

Contabilidade destaca-se na retenção de talento para 2019

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Guia do Mercado Laboral 2019 revela que 63% dos profissionais deste setor não negociaram pacote salarial em 2018.

2018 foi um ano positivo para a área de Contabilidade e Finanças. De acordo com o Guia do Mercado Laboral 2019 da Hays, este foi o setor onde se observou um volume “interessante” de contratações.

A indústria e os serviços foram os setores que contribuíram para este dinamismo, tendo havido também uma aposta de novas empresas multinacionais no mercado português e a abertura de várias estruturas de Shared Services Center.

O guia revela que 63% não negociaram o pacote salarial atual, 38% foram aumentados, 8% foram promovidos e 43% recusaram ofertas de emprego.

Num ano de elevada competição pelos melhores talentos do mercado, Mário Rocha, manager da Hays Portugal afirma que “rigor, capacidade de cumprimento de deadlines, atualização de conhecimentos, dinamismo, resiliência e competências relacionais devem ser o caminho a seguir pelos profissionais”.

O estudo da consultora espera ainda que as funções que estarão no topo das prioridades de recrutamento em 2019 sejam os cargos de Contabilista Certificado, Controller de Gestão, Auditor Interno e Responsável Financeiro. As funções devem estar aliadas à vontade e capacidade dos profissionais de atualizarem os conhecimentos.

“Os profissionais portugueses têm demonstrado uma admirável capacidade técnica, com valores muito competitivos face à média dos países europeus. Consequentemente, é expectável que as empresas continuem a apostar na retenção de talentos”, sustenta Mário Rocha. Este comportamento pode levar ao aumento das contrapropostas e, por consequência, dos valores salariais.

Os profissionais inquiridos apontam como principais mais-valias a oferta salarial (83%), bom ambiente de trabalho (72%), plano de carreira (66%), cultura empresarial (55%) e solidez financeira (52%). No que diz respeito aos benefícios mais desejados no momento de aceitar uma nova oferta, os inquiridos destacam o seguro de saúde (79%), flexibilidade de horários (69%), formação/certificações (66%), possibilidade de trabalhar a partir de casa (50%) e dias de férias extra (40%).

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