Trabalho

Convenções coletivas crescem 16% até junho

Vieira da Silva, ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.  (EPA/OLIVIER HOSLET)
Vieira da Silva, ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. (EPA/OLIVIER HOSLET)

Parceiros sociais fazem balanço e criam grupo de trabalho para conciliação trabalho-família.

O número de convenções coletivas de trabalho publicadas no primeiro semestre deste ano regista uma subida de 16%, com 130 instrumentos de regulação coletiva do trabalho, segundo os dados de balanço levados pelo governo esta sexta-feira ao Conselho Permanente de Concertação Social.

Os parceiros sociais estão a analisar hoje o compromisso para a criação de mais medidas de equilíbrio entre vida profissional, familiar e pessoal, e também a passar em revista o trabalho realizado pelas organizações patronais, sindicais e governo ao longo dos últimos quatro anos.

No balanço, o governo destaca que a contratação coletiva mantém uma trajetória de reforço, com o universo de trabalhadores abrangidos a crescer para perto do dobro desde 2015, para cerco de um milhão de indivíduos.

Segundo os dados, em 2016 foram publicadas 146 convenções coletivas de trabalho, número que subiu para 208 em 2017 e para 220 já no ano passado. Destas, 20% consagravam horários de trabalho semanais inferiores a 40 horas.

A gestão do tempo de trabalho, com medidas de conciliação com a vida familiar, é um dos temas introduzidos na agenda dos parceiros sociais até 2021, com a criação de um grupo de trabalho para estudar medidas. Um dos objetivos é criar mais condições de flexibilização de horários na contratação coletiva.

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