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Coreia do Norte participou em ciberataques a criptomoedas, acusa Seul

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Informação parte do serviço nacional de inteligência sul-coreano

A agência de espionagem da Coreia do Sul disse ter encontrado provas de que a Coreia do Norte participou em ataques informáticos recentes para obter criptomoedas, revelaram este sábado fontes conhecedoras da investigação à agência Yonhap.

O serviço nacional de inteligência sul-coreano (NIS, na sigla em inglês), encontrou provas de que o regime norte-coreano esteve envolvido em junho no roubo de informação pessoal de cerca de 30.000 investidores na Bithumb, a maior corretora de criptomoedas da Coreia do Sul e uma das maiores do mundo, indicaram as fontes.

Pyongyang também terá participado noutro roubo de dinheiro digital, perpetrado em setembro.

O NIS confirmou que o mesmo código usado pelo Lazarus, o grupo responsável por ataques como perpetrado contra o Banco Central do Bangladesh em 2016, e acusado do ataque que sofreu no final de 2014 a Sony Pictures depois de estrear o filme “The Interview” — que narrava em Tom de comédia o homicídio do líder Kim Jong-un, teria sido usado nestes casos recentes.

O mesmo grupo, que a empresa russa de cibersegurança Karspersky Lab afirmou ter “ligações diretas” a Pyongyang, também é suspeito de ter propagado o vírus WannaCry, que em maio afetou empresas e instituições em cerca de 150 países.

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