Covid-19. Fase da recuperação económica pode chegar apenas em dezembro

Alimentação é o único setor menos afectado. Subida para a recuperação começa em meados de maio.

A queda é abrupta e afecta quase todos os sectores da economia, mas entre retalho, viagens, restaurantes e lazer, hotéis e alimentação, só este tem uma queda ligeira, em percentagem, face a 2019.

Dados da Deloitte mostram que a desde meados de fevereiro a março, a queda destes setores foi repentina, provocada pelo isolamento e pelo teletrabalho. As previsões da consultora apontam agora para que esta fase dure até maio, e que no início de junho se comecem a ver os primeiros sinais positivos e de regresso a uma normalidade: viagens de primeira necessidade, regresso a hotéis, restaurantes, cafés, escolas e lojas.

O turismo doméstico poderá voltar a meio de agosto, já numa fase de estabilização, e a sensação higiénica progressiva ajudará à subida da curva em direção à recuperação. Essa, a Deloitte aponta para o início de dezembro, com o regresso também do turismo internacional. Ainda assim, o Natal será austero e todos os setores estarão abaixo da linha dos 0%, comparando com a situação em que se encontravam em 2019.

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