crédito à habitação

Juros da casa sobem em julho para máximos de quase dois anos

Fotografia: Pedro Granadeiro/Global Imagens
Fotografia: Pedro Granadeiro/Global Imagens

Os valores foram divulgados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

As taxas de juro implícitas nos contratos de crédito à habitação voltaram a aumentar em julho. O valor médio situou-se nos 1,038%, acima dos 1,032% registados em junho. Os juros não estavam tão altos desde novembro de 2016.

Os valores revelados esta quarta-feira pelo INE revelam ainda que a prestação média dos créditos foi de 242 euros, mais 1 euro que no mês anterior.

“Deste valor, 45 euros (19%) correspondem a pagamento de juros e 197 euros (81%) a capital amortizado”, detalha a nota do INE.

Já o capital médio em dívida aumentou 108 euros para 52 016 euros.

A subida dos juros verificou-se também nos novos créditos. Nos contratos celebrados nos últimos três meses a taxa de juro média rondou os 1,471%. Em junho o valor situava-se nos 1,427%. Ainda assim, os juros dos contratos novos continuam abaixo dos valores do ano passado, quando a média registada foi de 1,681% em julho de 2017.

Nestes contratos, o valor médio da prestação diminuiu 7 euros em julho, de 315 para 308
euros. Já o montante médio da dívida subiu 897 euros para 97 758 euros.

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